Seguro-viagem não é sinônimo de tranqüilidade

Seguro-viagem não é sinônimo de tranqüilidade

04/07/2013 / Fonte: O Globo

 

 

Uma viagem geralmente é sinônimo de sonho. As pessoas contam os dias para aquele momento. Mas nem sempre o que era planejado dá certo.       A contratação de um seguro ou de um plano de assistência de viagem tem como objetivo contornar problemas que podem surgir quando se está longe de casa. Quem fecha um pacote desses não quer usá-lo. Mas há sempre o imponderável. Por isso, na hora de fechar contrato é preciso estar atento, principalmente aos detalhes para não ter surpresas.

Para o casal Branca Lutterbach eLuizFabriani, o sonho da viagem à Europa virou pesadelo. Ela arquiteta de interiores de 53 anos, e ele, médico psicanalista de 67, saíram do Rio em 25 de março para passar 17 dias no Velho Continente. Mas acabaram ficando quase três meses na Alemanha, já que no terceiro dia de viagem Fabriani teve um ataque cardíaco.      Assim que ele se sentiu mal, Branca entrou em contato com o Seguro Viaje Mapfre — contratado no momento da compra das passagens aéreas —, que mandou uma médica ao hotel. Ao chegar lá, ela concluiu que o estado de saúde dele era grave e determinou sua remoção para um hospital. Ele estava enfartando e foi transferido para um hospital universitário em Mainz, onde foi operado para a colocação de quatro pontes de safena.

Ter um seguro-viagem ajudou a tranquilizar Branca, num primeiro momento. Mas após o procedimento cirúrgico, ela soube que o tratamento não seria coberto por se tratar de doença pré-existente. A arquiteta, no entanto, diz que quando o casal chegou à Alemanha estava mais frio do que o esperado e que os médicos explicaram que queda súbita de temperatura pode provocar um ataque cardíaco repentinoem qualquer um. Desesperada, ela ligou para o Brasil e foi orientada a entrar na Justiça.

— Após a sentença favorável do juiz, a seguradora voltou a entrar em contato e informou que pagaria € 30 mil. Mas o drama não terminou aí. Após oito dias em Mainz, meu marido foi transferido para uma clínica de recuperação em Frankenthal. Lá não havia cardiologista, o tratamento foi inadequado e o estado de saúde dele piorou. Só depois consegui um cardiologista brasileiro que falava inglês para orientar os médicos alemães. Empréstimo para voltar ao Brasil

Quase três meses após deixarem o Brasil, Fabriani melhorou e foi liberado pelos médicos para voltar ao Brasil em uma UTI aérea. A seguradora, no entanto, não autorizou o repatriamento, apesar de previsto na apólice. O casal, então, pediu dinheiro emprestado a uma parente para pagar o transporte: R$ 230 mil. No último dia 13, um dia após completarem 21 anos de casados, retornaram ao Rio. Fabriani, no entanto, foi direto para um hospital, onde continua internado. Na Alemanha, ficou uma conta em aberto de mais de € 100 mil.

— Com a sentença judicial traduzida, o diretor do hospital, onde um bilhete havia sido colado em frente à cama informando que não poderíamos ser liberados sem a quitação da conta, liberou nosso retorno.

Segundo o advogado do casal, Rodrigo Lacombe, a seguradora vendeu um produto inadequado a seus clientes, pois é ela quem tem a informação sobre o custo de um evento médico para pessoas na casa dos 50 ou 60 anos

Na dúvida, procure a seguradora

A Brasil Assistência, empresa do grupo Mapfre responsável por seguros de viagem, diz que esteve à disposição de Fabriani e de sua família no atendimento a todas as solicitações. A empresa afirma também que cumpriu as coberturas previstas no certificado de assistência à viagem.

De acordo com o advogado José Alfredo Lion, o consumidor que se sentir lesado pode entrar com ação judicial contra quem fez a venda. Ele explica que existe o princípio da responsabilidade solidária entre quem está vendendo o produto e a seguradora. Além disso, recomenda o envio de queixa à Superintendência de Seguros Privados (Susep), que fiscaliza o setor:

Se um agente de viagem ou representante do cartão de crédito prometer mil coisas que não constam na apólice, ele pode ser denunciado por isso. Mesmo que a promessa seja verbal. É muito importante, antes de assinar um contrato de seguro, verificar as coberturas previstas na apólice. Esse documento deve ser entregue por quem oferece o seguro. O cliente deve exigi-lo.

Atenção à apólice é o que recomenda Solange Beatriz Mendes, diretora executiva da Confederação Nacional de Seguros Gerais:

— Muitos problemas são consequência da desinformação. A pessoa acha que tem direito a algo que não estava previsto.

A descrição dos serviços assegurados, porém, também merece atenção especial, seja no contrato, seja no guia rápido entregue pelas agências de viagens.

— Em caso de dúvida, o recomendado é que o consumidor procure a seguradora. É preciso ficar claro que a administradora de cartões de crédito, a agência de viagens ou a operadora de turismo são apenas intermediários da venda. Eles podem não ter todas as informações de que o viajante necessita — destaca Lion.

A Susep esclarece que o seguro-viagem tem por objetivo garantir ao segurado, durante período de viagem predeterminado, no mínimo, coberturas básicas de morte acidental e/ou invalidez permanente total ou parcial por acidente. Outras coberturas podem ser oferecidas, desde que estejam relacionadas à viagem — como cancelamento e extravio de bagagem. E diz que, de acordo com a legislação atual, a cobertura de reembolso de despesas médicas, hospitalares e odontológicas só pode ser oferecida para eventos decorrentes de acidente pessoal. “Uma seguradora não pode oferecer seguro que cubra reembolso de gastos médicos decorrentes de doença.”

Segundo o advogado Flávio Siqueira Júnior, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o seguro-viagem reembolsa as despesas que estejam previstas na apólice que será apresentada junto com o contrato. Já a assistência-viagem, fornecerá rede conveniada para que se utilize dos serviços oferecidos no contrato.

É no próprio contrato que a pessoa consegue identificar qual o tipo do serviço oferecido, por isso a importância da sua leitura. É importante verificar qual o serviço que melhor se encaixa ao perfil do consumidor e, principalmente, verificar quais os riscos que não estão cobertos pelo seguro ou assistência-viagem — diz.

Roberto Roman, diretor-executivo da empresa de assistência-viagem Travel Ace, lembra que quanto mais longo for o passeio, maiores os riscos:

— Em algum momento, haverá um sinistro: um resfriado, um mal-estar. Quanto mais velha a pessoa, maior deve ser a cobertura. Além disso, se for praticar algum esporte, informe e opte por um plano específico. A gravidez, por exemplo, deve ser informada. Doenças preexistentes têm cobertura, mas diferenciada.

Outro aspecto a ser considerado é o valor da proteção. Embora, o mínimo para uma viagem ao exterior seja de US$ 30 mil por pessoa, com pagamento de US$ 30 de tarifa, em média, pode ser mais vantajoso gastar um pouco mais. Um seguro que cubra até US$ 100 mil, por exemplo, custará cerca de US$ 90. Já uma assistência de viagem com cobertura de US$ 1 milhão por dez dias sai a US$ 216, de US$ 60 mil custa US$ 105 e de US$ 25 mil, a US$ 86.

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SAIBA COMO COMPRAR UMA APÓLICE DE SEGURO PARA SEU CARRO

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O preço do seguro de um veículo é determinado pela análise de riscos das seguradoras, que têm a liberdade para estipular quanto custam seus produtos. No entanto, alguns padrões relacionados ao carro são comuns a todas as companhias e é possível se aproveitar deles para economizar na hora da contratação.

No total, 11 milhões de brasileiros têm contratos em seguradoras, de acordo com dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenASeg).       O crescimento do seguro de automóvel chegou a 6,5% no ano passado. Com tantas empresas no mercado, o mais indicado é que se pesquise em pelo menos quatro delas.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) não interfere diretamente nos preços praticados. “A Susep acompanha as políticas de tarifação por meio das análises, nas quais são apresentados resultados, incluindo informações relativas à sinistralidade apurada”, explica Luciana Carreira, coordenadora do órgão.

A economia do preço do seguro do seu pode ocorrer quando o contratante examina o tipo de cobertura oferecido. Analise se as coberturas oferecidas atendem as suas necessidades, compatíveis com os eventuais prejuízos que possam ocorrer.

Além disso, a forma de pagamento pode significar alguma redução do custo. Praticamente todas as seguradoras têm várias formas de pagamento disponíveis: parcelamento com juros, sem juros, à vista com desconto. Se o segurado tiver capacidade econômica é bom que opte pelo pagamento a vista ou em até 04 parcelas sem juros ou 06 parcelas sem juros, a depender da seguradora.

.Na hora da contratação é bom atentar para algumas informações:

Contrate somente as garantias adicionais e serviços que considere úteis ou necessários. -Serviços adicionais como estacionamento livre, carro reserva, seguro para vidros, lanternas, retrovisores, assistência residencial, seguro residencial, danos morais, autonomia de guincho acima de 200km e acessórios só encarecem o preço do seguro.

Faça seu pedido de cotação com corretora oficial ou corretor que apresente a sua habilitação da SUSEP para seguro de todos os ramos e que possa apresentar preços de no mínimo quatro seguradoras. Por quê?          A política de preços entre as empresas é livre, é importante pesquisar e o corretor oficial tem essa possibilidade. Dessa forma, são possíveis preços diferentes do seguro com a mesma relação custo x benefícios.

Não esqueça que: Carro estacionado na rua encare o valor do seguro. Mas é aconselhável que o proprietário fale a verdade. Uma resposta mentirosa no preenchimento do perfil do seguro é considerada fraude. Se o preço do seguro subir demais por conta disso, é válido fazer um orçamento em algum estacionamento privado nos arredores do trabalho ou da residência para contar com o desconto da seguradora para o item de proteção e guarda do veículo.

Incluir mais um condutor no seguro custa mais caro. Ainda mais se a segunda pessoa tiver menos de 25 anos. No entanto, é importante que a informação não seja omitida na hora de preencher o perfil. Se não tiver jeito, encare esse extra;

A instalação de um rastreador no veículo pode baratear o seguro. Na maioria das seguradoras, esse sistema é oferecido gratuitamente, a depender do tipo, marca e valor.  Se o segurado já possuir um rastreador, precisa se comprometer a deixá-lo ativo durante a vigência da apólice. Algumas empresas podem dar um desconto de até 30% na apólice, variando de acordo com o carro e localização;

Algumas seguradoras oferecem descontos que podem ser de fidelidade – quando o segurado renova há anos com a mesma empresa -, por experiência – para quem possui seguros sem sinistro -, e até familiar, concedido a partir do segundo seguro emitido por membros de uma mesma família;

Se você não possui um segundo veículo, recomendo que não deixe de contratar a garantia de carro reserva, desde que você observe se pode pagar pela garantia de no mínimo 15 dias. No Estado da Bahia, é difícil ter seu carro reparado em um tempo inferior a 20 dias, e aconselho ainda a contratar o carro reserva tipo básico com ar.

Se você só utiliza o veículo dentro da grande salvador, por exemplo, ou em um raio de até 100 km, reduza o preço do seguro solicitando a Assistência 24 horas, tipo básica ou simples.

Se você possui um veículo importado, novo ou seminovo não fique sem a cobertura de retrovisores e faróis. Hoje, em média esse tipo de reparo chega ser de800, a 5.000, contra uns 10% desse preço para comprar a garantia do seguro.

Se desejar fazer o seguro, mas está com o orçamento apertado, contrate o seguro total com Franquia Majorada por que essa mesma franquia em caso de perda total do seu veículo por colisão ou roubo desaparece. Só será cobrada na perda parcial.

Se você possui um veículo financiado ou em regime de leasing, recomendo, urgentemente, contrate uma apólice de seguro, mesmo que tenha de pagar mês a mês.

Não economize no valor da garantia de Danos Corporais. O valor mínimo dessa garantia deve de R$100.000, menos, a Lei de Responsabilidade Civil e os advogados vão te dar muito trabalho. Só para você ter ideia a diferença entre 50 e 100 mil reais não passa de 30,00 por ano.

Felipe Paladino

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SAIBA ANTES DE COMPRAR UM CARRO BLINDADO

SAIBA ANTES DE COMPRAR UM BLINDADO

Resultado de imagem para foto de carro blindado

PRIMEIRAMENTE VOCÊ TERÁ QUE DECIDIR SE VAI COMPRAR UM CARRO:

  • USADO QUE FOI BLINDADO,
  • VAI BLINDAR O CARRO QUE VOCÊ TEM,
  • OU SE VAI COMPRAR UM CARRO NOVO BLINDADO.

NOS TRÊS CASOS VOCÊ TEM QUE TOMAR CONHECIMENTO SE A EMPRESA QUE BLINDOU OU VAI BLINDAR SEU CARRO, TEM ALGUM CERTIFICADO OUTORGADO PELO EXÉRCITO BRASILEIRO, SE NÃO FOR ASSIM NÃO TEM COMO SABER SE FORAM OU VÃO SER COLOCADOS NO SEU VEÍCULO OS PRODUTOS DEVIDAMENTE CONTROLADOS.

O CUSTO DE UM CARRO BLINDADO USADO SEMPRE É MUITO MENOR QUE BLINDAR UM CARRO NOVO, MAS DESSE JEITO NÃO E FÁCIL SABER (SE NÃO EXISTIR UMA NOTA FISCAL) QUAL FOI O NÍVEL DA BLINDAGEM QUE FOI COLOCADO NO CARRO.

OS NÍVEIS DE BLINDAGEM SÃO SEIS, MAS NA REALIDADE CADA EMPRESA APLICA SEU CRITÉRIO, PODENDO DE ALGUM JEITO TER MAIS OU MENOS NÍVEIS DE BLINDAGEM.

SE ESTÁ PENSANDO EM COMPRAR UM CARRO USADO BLINDADO, VEJA ESTAS DICAS:

PRIMEIRO: PROCURE BOLHAS E DESCASCADOS NAS PELÍCULAS QUE COBREM O VIDRO BLINDADO, QUE NÃO PODEM EXCEDER 1 CENTÍMETRO, TENHA EM CONTA QUE TRINCAS DE ATÉ CINCO CENTÍMETROS NA PARTE EXTERNA SÃO ACEITÁVEIS, MAS SE FOR NA PARTE INTERNA TERÁ QUE TROCAR.

SEGUNDO: ENTENDA QUE A BLINDAGEM BÁSICA NO NÍVEL UNO, REPRESENTA UM PESO A MAIS DEPENDENDO DO CARRO DENTRE 120 E 170 QUILOS, COM ISTO QUEREMOS INFORMAR QUE OS AMORTECEDORES E FREIOS PODEM ESTAR MAIS DESGASTADOS QUE O NORMAL OU ATÉ NO FIM DA VIDA ÚTIL.

TERCEIRO: NO CARRO BLINDADO VOCÊ NÃO PODERÁ ABRIR AS JANELAS, PORÉM O AR-CONDICIONADO TEM QUE FUNCIONAR BEM OU MUITO BEM, PORTANTO DEVERÁ CHECAR O MESMO E SE ELE NÃO TEM O FUNCIONAMENTO APROPRIADO TERÁ QUE TROCAR FILTROS, CARREGAR GÁS E FAZER UMA HIGIENE DO MESMO.

QUARTO: TERÁ QUE SE INFORMAR BEM SE O CARRO TEM AROS METÁLICOS NAS RODAS, ISTO É DENTRO MESMO DOS PNEUS QUE PERMITEM PROSSEGUIR O CAMINHO UNS QUINZE QUILÔMETROS COM OS PNEUS VAZIOS, E SE FOR ASSIM TENHA CERTEZA QUE ESSE CARRO VALE MAIS; PARA SABER SE É VERDADE TERÁ QUE VERIFICAR O CERTIFICADO ORIGINAL EMITIDO PELA EMPRESA QUE BLINDOU O CARRO, CASO CONTRÁRIO TERÁ QUE DESMONTAR AS RODAS E VERIFICAR SEU PESO, COMPARANDO-A COM OUTRA DO MESMO CARRO OU DA RODA AUXILIAR OU ESTEPE.

QUINTO: NO NÍVEL DE PROTEÇÃO, MAIS DE 95% DAS BLINDAGENS DO BRASIL É DO TIPO III-A, PARA MUNIÇÃO ATÉ 9 MILÍMETROS E MAGNUM .44, SUFICIENTE PARA RESISTIR A TODA ARMA DE MÃO. A DE NÍVEL II SUPORTA ATÉ 9 MILIMETROS E .357 MAGNUM.

SEXTO: UMA TIRA DE AÇO SOBREPOSTA IMPEDE QUE A BALA ENTRE NO CARRO PELO ESPAÇO ENTRE O VÃO DA PORTA E O BATENTE. ESSA TIRA DE REFORÇO É CHAMADA DE OVERLAP OU FRAME. CONFIRA COM A BLINDADORA SE SEU CARRO TEM.

SÉTIMO; O CARRO DEVE SER TODO DESMONTADO PARA A BLINDAGEM, PODE HAVER PEÇAS DE ACABAMENTO SOLTAS. UM TEST-DRIVE PODE DENUNCIAR RUÍDOS DE PEÇAS MAL COLOCADAS. CONFIRA SE AS BORRACHAS DE VEDAÇÃO ESTÃO PERFEITAS, PARA EVITAR FUTURAS INFILTRAÇÕES.

OITAVO: PERGUNTE À EMPRESA QUE BLINDOU O CARRO SE ELA PROTEGEU MAÇANETAS, ANCORAGEM DO CINTO E FIXAÇÃO DO RETROVISOR, ÁREAS QUE NEM SEMPRE SÃO BLINDADAS. QUALQUER LUGAR DESPROTEGIDO PODE SER UM PONTO DE ENTRADA PARA UMA BALA.

NOVE: VErifique SE TODAS AS PARTES OPACAS ESTÃO PROTEGIDAS COM CHAPAS DE AÇO OU MANTA BALÍSTICA.

EMPRESAS  pouco CUIDADOSAS NÃO BLINDAVAM COLUNAS,       A DIVISÃO ENTRE MOTOR E CABINE E A SEPARAÇÃO ENTRE PORTA-MALAS E BANCO TRASEIRO.

DÉCIMO: DEVERÁ TESTAR TODOS OS BOTÕES DO VIDRO ELÉTRICO. COM O EXCESSO DE PESO, ALGUNS PODEM DEIXAR DE FUNCIONAR.

DÉCIMO PRIMEIRO; DÊ PREFERÊNCIA AOS CARROS AUTOMÁTICOS, MODELOS MAIS VALORIZADOS NO MERCADO, QUE APRESENTAM MAIOR LIQUIDEZ E SÃO RECOMENDADOS EM CASOS DE EMERGÊNCIA, POIS NÃO HÁ RISCO DE DEIXAR O CARRO MORRER NUMA FUGA.

DICAS

  • PARA QUE A BLINDAGEM DURE MAIS NUNCA FECHE A PORTA COM A JANELA ABERTA, POIS HÁ O RISCO DE O VIDRO TRINCAR; NÃO DEIXE AS PORTAS ABERTAS MAIS DO QUE O TEMPO NECESSÁRIO PARA ENTRAR OU SAIR, O EXCESSO DE PESO PODE DESALINHÁ-LAS; NUNCA ANDE COM O VIDRO ABERTO EM ESTRADA DE TERRA PORQUE A TREPIDAÇÃO PODE RACHÁ-LO.
  • USE APENAS UMA FLANELA, ÁGUA E SABÃO NEUTRO PARA LIMPAR A PARTE DE DENTRO DOS VIDROS PORQUE A PELÍCULA INTERNA PODE SE RISCAR OU SE SOLTAR COM PRODUTOS ABRASIVOS OU SOLVENTES.

TAMBÉM TOME CUIDADO COM ANÉIS OU CRIANÇAS COM BRINQUEDOS.

  • FUJA DA TRAVESSIA DE RUAS ALAGADAS. SE O CARRO FICAR PRESO NA ÁGUA, A MANTA BALÍSTICA PODE SER AFETADA PELA UMIDADE, O QUE REDUZ SEU PODER DE PROTEÇÃO.
  • VENTOSAS DE APARELHOS GPS DANIFICAM O POLICARBONATO DA PARTE INTERNA DO VIDRO, O QUE PODE COMPROMETER A EFICÁCIA DA PROTEÇÃO.
  • VARIAÇÕES BRUSCAS DE TEMPERATURA TAMBÉM DEVEM SER EVITADAS, HÁ RISCO DE OCORRER TRINCAS NA BLINDAGEM E A EXPOSIÇÃO AO CALOR INTENSO PODE PROVOCAR A LAMINAÇÃO DOS VIDROS.

 

PERGUNTAS FREQÜENTES DOS INTERESSADOS EM BLINDAR UM CARRO

POSSO BLINDAR SOMENTE OS VIDROS?

É POSSÍVEL, MAS NENHUMA EMPRESA RECOMENDA. GASTA-SE MUITO DINHEIRO (CERCA DE 70% DE UMA BLINDAGEM COMPLETA) PARA POUCA PROTEÇÃO.

 COMO É FEITA À ASSISTÊNCIA TÉCNICA?

HÁ EMPRESAS QUE OFERECEM A MANUTENÇÃO ATÉ MESMO EM FINAIS DE SEMANA. O IMPORTANTE É VER EM QUANTO TEMPO A OFICINA DEVOLVE O CARRO.

QUAL A GARANTIA DAS EMPRESAS?

OS DEFEITOS APRESENTADOS NA BLINDAGEM SÃO COBERTOS POR ATÉ DOIS ANOS. O PROBLEMA MAIS FREQÜENTE SÃO PEQUENAS BOLHAS NOS VIDROS. ELAS APARECEM NOS ESPAÇOS ENTRE AS LÂMINAS SUPERPOSTAS.

O AUMENTO DE PESO NO CARRO INFLUENCIA A DIRIGIBILIDADE?

A BLINDAGEM MAIS COMUM TEM DE 100 A 200 QUILOS. O AUTOMÓVEL FICA UM POUCO MAIS BAIXO E O TEMPO DE FRENAGEM AUMENTA. A RECOMENDAÇÃO É CALIBRAR OS PNEUS COM A PRESSÃO MÁXIMA.

COMO FICA O NÍVEL DE RUÍDO?

UMA BLINDAGEM BEM-FEITA NÃO CAUSA RUÍDOS. ACONTECE O OPOSTO. O VIDRO MAIS GROSSO E AS PORTAS RECHEADAS DIMINUEM O BARULHO DA RUA.

POSSO BLINDAR UM CARRO POPULAR?

PODE, MAS NÃO VALE A PENA. A BLINDAGEM, ALÉM DE SAIR PELO DOBRO OU TRIPLO DO PREÇO DO CARRO, REDUZ DEMAIS O DESEMPENHO DO MOTOR.

É MELHOR BLINDAR UM CARRO NOVO, UM USADO OU JÁ ADQUIRIR UM VEÍCULO BLINDADO?

DEPENDE DA CONDIÇÃO ECONÔMICA. QUEM ESTIVER SE APERTANDO DEMAIS PARA ADQUIRIR UM BLINDADO, DEVE PESQUISAR NO MERCADO DE SEMINOVOS, POIS HÁ EXCELENTES OPÇÕES, COM RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO BASTANTE INTERESSANTE.

 QUANTO PESA UMA BLINDAGEM E FAZ MUITA DIFERENÇA NO DESEMPENHO DO CARRO?

NÃO E SIM PORQUE NÃO SE PODE BLINDAR AUTOMÓVEIS COM POTÊNCIA INFERIOR A 90 CAVALOS, ENTENDA QUE UMA BLINDAGEM PESA EM MÉDIA 200 KG.

POSSO VISITAR A OFICINA PARA SABER COMO MEU CARRO ESTÁ SENDO BLINDADO?

MUITOS NÃO DEIXAM MAIS DEVE, ENTENDENDO QUE A TRANSPARÊNCIA FAZ PARTE DO PROCESSO.

DOS VÁRIOS NÍVEIS DE BLINDAGEM QUE EXISTEM, QUAL É O RECOMENDADO? 

O NÍVEL MAIS UTILIZADO NO MERCADO É O IIIA. É O QUE SUPORTA EM GERAL TODOS OS DISPAROS EFETUADOS POR ARMAS DE MÃO.

HÁ OUTROS NÍVEIS MENORES, MAS A RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO NÃO COMPENSA.

QUAL É A GARANTIA?

A GARANTIA PADRÃO É DE TRÊS ANOS.

ANTES DE BLINDAR UM USADO, CONVÉM FAZER UMA REVISÃO GERAL NO VEÍCULO?

É OBRIGAÇÃO PORQUE SE O CARRO TIVER ALGUM PROBLEMA A CULPA PROVAVELMENTE SERÁ COLOCADA NA BLINDAGEM.

QUANTO TEMPO DEMORA UM PROCESSO DE BLINDAGEM?

DE 15 A 40 DIAS ÚTEIS.

COMO IDENTIFICO UMA BLINDAGEM BEM-FEITA? 

NÃO É UMA TAREFA  FÁCIL PORQUE OS BONS ACABAMENTOS PODEM CAMUFLAR BLINDAGENS RUINS. PODE PARECER ESTRANHO VER SEU CARRO TODO DESMONTADO, MAS É MELHOR ACOMPANHAR TODO O PROCESSO DE BLINDAGEM PORQUE LHE PROPORCIONARÁ MAIOR SEGURANÇA.

UM AUTOMÓVEL BLINDADO FICA MAIS OU MENOS SEGURO EM CASO DE COLISÃO? 

EM TESE NÃO EXISTEM TESTES CONCLUSIVOS PARA SABER SE FICA MAIS O MENOS SEGURO. A SEGURANÇA MAIOR É PROPORCIONADA PELA PRESERVAÇÃO DAS REGIÕES DE DEFORMAÇÃO DO VEÍCULO LEMBRANDO SEMPRE QUE AS BLINDAGENS DEVEM SER FEITAS EM VEÍCULOS QUE SEJAM EQUIPADOS COM AIRBAG.

BASTA BLINDAR O AUTOMÓVEL PARA SAIR TRANQÜILO ÀS RUAS? 

NÃO, UMA VEZ QUE NINGUÉM SABE AO CERTO QUE REAÇÃO TERÁ NO CASO DE UMA ABORDAGEM. NÃO FALTAM HISTÓRIAS DE PESSOAS QUE ACABARAM ABRINDO A PORTA POR SE ESQUECER DE QUE ESTAVAM EM UM BLINDADO.

QUANTO CUSTA BLINDAR UM AUTOMÓVEL?

TEM VARIAS FORMAS DE BLINDAR UM CARRO, PORTANTO MUITOS VALORES, O PREÇO DEPENDERÁ DO TIPO DE BLINDAGEM; BLINDAR É UM PROCESSO CARO E TRABALHOSO.

A BLINDAGEM DE CLASSIFICAÇÃO III-A É O NÍVEL DE PROTEÇÃO MAIS COMUM NO BRASIL.

CONFERE-SE O PESO ORIGINAL DO VEÍCULO. COM A BLINDAGEM, A CARGA ADICIONAL É DE CERCA DE 130 QUILOS, MAS PODE SER MUITO MAIS.

O VEÍCULO É TODO DESMONTADO. RETIRAM-SE A CAPA INTERNA DO TETO E O FORRO DAS PORTAS, BANCOS E VIDROS. FICAM SÓ LATARIA, MOTOR E PAINEL. A ESCOLHA DE UMA EMPRESA SÉRIA É IMPORTANTE TAMBÉM PARA GARANTIR QUE A REMONTAGEM SEJA CUIDADOSA.

COMEÇA A BLINDAGEM DA LATARIA. O TETO, AS PORTAS E TODAS AS PARTES PLANAS (COM EXCEÇÃO DO CAPÔ) SÃO RECHEADOS COM MANTA DE FIBRA DE ARAMIDA, MATERIAL USADO NA CONFECÇÃO DE COLETES À PROVA DE BALAS. QUANDO ATINGIDA POR UM PROJÉTIL, A MANTA DISTRIBUI E ANULA A ENERGIA PROPAGADA POR ELE, AMORTECENDO O IMPACTO.

CHAPAS DE AÇO INOX COM ESPESSURA DE 3 MILÍMETROS SÃO COLOCADAS NAS COLUNAS, NA JUNÇÃO DO VIDRO COM A LATARIA, NOS CANTOS DAS PORTAS, ATRÁS DA MAÇANETA E DOS PONTOS DE FIXAÇÃO DOS ESPELHOS RETROVISORES

AS RODAS RECEBEM UMA FINA CINTA DE METAL,  COM CERCA DE 2,5 MILÍMETROS, QUE IMPEDE OS PNEUS DE SE ESVAZIAREM, PERMITINDO QUE O CARRO PERCORRA CERCA DE 20 QUILÔMETROS NUMA VELOCIDADE BAIXA. ALGUMAS EMPRESAS ENVOLVEM A RODA COM UMA RÍGIDA FIBRA DENÁILON, COM ESPESSURA APROXIMADA DE 6,5 CENTÍMETROS. ELA NÃO DEIXA A RODA TOCAR NO CHÃO E O CARRO CONSEGUE PERCORRER CERCA DE 35 QUILÔMETROS A 80 KM/H.

OS VIDROS COMUNS SÃO RETIRADOS. NESTE NÍVEL DE BLINDAGEM, QUE RESISTE A TIROS DE MUNIÇÃO CALIBRE 44, A ESPESSURA DO VIDRO VARIA DE 18 A 21 MILÍMETROS.

CINCO LÂMINAS DE VIDRO COMUM SÃO FIXADAS UMAS ÀS OUTRAS, POR UM FILME PLÁSTICO. A PARTE INTERNA É REVESTIDA DE UM OUTRO FILME, O POLICARBONATO, TAMBÉM UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DOS FARÓIS DE AUTOMÓVEIS CONVENCIONAIS. O POLICARBONATO EVITA QUE ESTILHAÇOS SE DESPRENDAM, CASO O AUTOMÓVEL SEJA ALVEJADO.

O CARRO É REMONTADO E, ANTES DE SER ENTREGUE AO CLIENTE, PASSA POR UM CHUVEIRO ONDE SE VERIFICA SE O ISOLAMENTO DA CABINE ESTÁ PERFEITO. CHECA-SE TAMBÉM A EXISTÊNCIA DE EVENTUAIS RUÍDOS.

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Seguro para blindados necessita de análise especial para aceitação do risco pela seguradora

A blindagem de veículos continua em alta, sobretudo no eixo Rio-São Paulo, que concentra 70% do mercado, conforme dados da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin). “Tanto a contratação quanto a renovação do seguro para veículos blindados seguem os procedimentos habituais, acrescidos da solicitação que o cliente faz para que a seguradora analise a aceitação desse risco específico”, explica o diretor de Automóvel da Porto Seguro, Marcelo Sebastião.

O executivo confirma que a finalidade da companhia é oferecer soluções sob medida que atendem distintos perfis de clientes. “A expectativa é que, em2013, abusca por esse tipo de proteção esteja alinhada com a evolução das estatísticas de blindagem veicular que, nos últimos anos, acumulou recordes de procura, com marcas superiores a 7 mil carros blindados por ano, segundo a Abrablin”, acrescenta.

De acordo com a Associação, o perfil do usuário de blindagem é composto por 65% de homens e 35% de mulheres. Desse universo, 27% estão na faixa etária que vai de40 a49 anos, 22% de30 a39 anos e 21% de50 a9 anos. Do número total dos usuários, 75% são executivos ou empresários, 9% artistas/cantores, 7% juízes, 6% políticos e 3% de outras ocupações.

A blindagem mais praticada no mercado é a de nível III-A, que suporta até tiros de submetralhadoras9 mme revólveres 44 Magnum. A entidade reforça que se trata do nível mais adequado à atual realidade enfrentada nos grandes centros, pois garante proteção contra as maiores ameaças de armas curtas de fogo (revólveres, pistolas e submetralhadoras).

O levantamento mais recente aponta ainda que o ranking dos veículos mais blindados é composto, em ordem decrescente, pelo Range Rover Evoque (Land Rover), Tiguan e Jetta Sedan (VW), Corolla (Toyota) e XC 60 (Volvo).

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BATERAM NO MEU CARRO. E AGORA?

Para não ficar no prejuízo com o valor da Franquia e a perda de Bônus caso outro veículo colida no seu automóvel, atente para:

Mesmo você sendo um bom condutor e dirija com todo o cuidado, respeitando atentamente a sinalização, não está livre de um presente de “Grego” com uma batida no trânsito, resultado da imprudência ou da desatenção de outros motoristas. Nesses casos, sem a mínima intenção, você acaba incluído na categoria de terceiros, designação dada aos envolvidos de maneira involuntária nessas ocorrências.

No momento da ocorrência, mesmo que o causador assuma a culpa e se responsabilize pelos prejuízos você pode ter muitos aborrecimentos.

 

Então observe as providências que devem ser seguidas:

- Solicite o registro do Boletim de Ocorrência (este é o documento oficial no caso de acidentes de trânsito para que você possa defender os seus direitos;

- Solicite do causador do acidente que exiba os seguintes documentos:

 -RG – CPF- anote os números;

- Endereço com CEP e telefone

- No. Da Carteira de Habilitação

- anote se possível as características da pessoa do causador do acidente;

- Tire uma foto do veículo causador no local da ocorrência com visibilidade do número da placa. Use o seu celular

- O causador do acidente vai lhe informar se possui seguro. Em caso positivo, solicite que naquele momento ele ligue para a seguradora dele, ainda no local, para fazer o aviso de sinistro.

- Peça ainda ao causador do acidente que se informe junto a sua seguradora se possui garantia para “Carro Reserva” para terceiros.

Siga essas orientações mesmo quando o TERCEIRO não possuir seguro.

- “A maioria das seguradoras vão lhe direcionar para as denominadas ‘ OFICINAS CREDENCIADAS” a fim de promover a vistoria e autorizar os serviços de reparação. Se o seu veículo é zero tenha cuidado de consultar a sua concessionária para o quesito garantia da carroceria, para então definir se aceita ou não a reparação dos danos na oficina credenciada.

FIQUE ATENTO!

-O reparo do veículo dependerá da programação da oficina e da disponibilidade de peças e de outros materiais no mercado. Dependendo da marca e do modelo, especialmente os importados, a espera por componentes pode se arrastar por meses.

A partir daí, os canais de atendimento ou de reclamações para o consumidor que se sentir lesado pelo atraso na devolução do carro ou pela qualidade do reparo variam de acordo com a justificativa alegada pela seguradora.

Caso o motivo esteja na própria seguradora, oficialmente os terceiros só podem efetuar sua queixa por meio dos SACs (Serviço de Atendimento ao Cliente) das seguradoras, em um primeiro momento. Se a falha não for resolvida, o interessado poderá se dirigir à ouvidoria de cada companhia de seguros.

Se a oficina não respeitar o prazo previsto ou a qualidade do serviço não for satisfatória, a reclamação também deverá ser encaminhada à seguradora, se foi ela quem determinou o local para o reparo, ou ao responsável pelo estabelecimento, caso tenha sido uma escolha do terceiro.

Entretanto, um meio bastante eficiente utilizado pelos consumidores para que tenham suas queixas atendidas é a de publicá-las na internet, seja pelas redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut, ou em sites específicos para reclamações. De olho na ampla e imediata exposição negativa que essas ações possam causar, as empresas têm criado ferramentas e departamentos específicos para efetuar este tipo de atendimento, inclusive as seguradoras.

Paralelamente, deve-se registrar a reclamação em órgãos de defesa do consumidor como o PROCON (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) ou o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), os quais fornecerão orientações para a solução do problema.

Em casos extremos, quando esses recursos não forem suficientes ou o causador do acidente se recusar a arcar com os prejuízos, a vítima poderá recorrer a uma ação judicial, por meio do Juizado Especial Cível de sua cidade (o antigo Juizado de Pequenas Causas). A reclamação pode ser apresentada de forma oral ou escrita e não é necessária a presença de advogado quando o valor do prejuízo for de até 20 salários mínimos – ou R$ 12.440, atualmente.

EM CASO DE TER DÚVIDAS FALE COM A SOCYAL SEGUROS

 

SEGURO DE CARRO MAIS BARATO DEPENDE DE UM BOM CORRETOR

 

 Data: 05.12.2011 - Fonte: O Estado de S. Paulo | Economia | BR

  Especialistas no tema indicam pesquisa e recomendam a adesão apenas a serviços essenciais oferecidos pelas seguradoras

O valor gasto anualmente no seguro do automóvel costuma ser uma alta despesa com o carro na composição do orçamento dos consumidores. Dependendo do risco e do perfil do assegurado pode chegar até a 10% do valor do automóvel. Mas com práticas simples e eliminação de serviços extras da apólice que o assegurado não utilizará, é possível obter descontos de até 15%, dizem especialistas.

“O modelo de precificação do seguro do automóvel leva em consideração muitas variáveis. É importante pesquisar em várias seguradoras”, diz o presidente da Comissão Atuarial da Confederação Nacional das Empresas de Seguros, Almir Martins Ribeiro.

Essa pesquisa entre várias seguradoras é o papel do corretor, que tem por obrigação apresentar diversas propostas de seguros e mostrar o custo-benefício de cada uma delas. “Normalmente existe muita variação de preço nos mesmos serviços”, diz o diretor do produto Automóvel da HDI Seguros, Fábio Leme.

Em relação aos serviços extras atualmente oferecidos pelas seguradoras, a lista é grande, passando por limpeza de calhas, serviço de chaveiro, reparo ou substituição de vidros, faróis e retrovisores, descontos em redes de estacionamento e uso do carro reserva por mais dias em caso de sinistro.

É unanimidade entre os especialistas que na hora de contratar o seguro é preciso entender o que tem na apólice.

Um exemplo é o uso do serviço de assistência 24 horas. Caso o consumidor não viaje muito não é preciso contratar uma assistência com uma amplitude de quilometragem muito grande. É possível escolher uma apólice mais simples, que cubra a assistência até 200 km.

“Alguns serviços são oferecidos gratuitamente. Outros podem ter custo específico”, diz o superintendente executivo da Bradesco Auto, ao comentar sobre o seguro da empresa. “Com a pesquisa em diversas seguradoras e o entendimento dos serviços que efetivamente serão utilizados, a redução do preço pode chegar a até 10%, 15%”, calcula Leme da HDI Seguros.

Ribeiro, da Confederação Nacional das Empresas de Seguros, lembra que alguns seguros são importantes na apólice, como o contra terceiros e o de responsabilidade civil. “Basicamente existem duas formas de reduzir o preço: diminuir a cobertura, que pode englobar, por exemplo,incêndio, ou aumentar o valor da franquia que será paga em caso de sinistro”,explica o diretor de automóveis do grupo segurador Banco do Brasil Seguro e Mapfre, Japis Alexandre.

Apesar de a maioria dos contratos atualmente prever o pagamento do valor de mercado do carro, vale lembrar que algumas apólices têm um valor fixo no caso de haver sinistro. “Em geral, seguros para valores fixos são mais caros do que os que pagam o valor de mercado”, diz Ribeiro.

Segurança. Idade, local da moradia e até fabricante do carro são levados em conta na hora de montar o perfil, mas o índice de roubos na maioria das vezes é um dos itens principais na composição do preço, principalmente em grandes cidades. Por isso, tudo o que diminui a probabilidade de roubo conta na hora da cotação.

“Travas e rastreadores devem ser informados pelo contratante e podem reduzir o valor do seguro, quando não se trata de um automóvel em que a seguradora já exige o uso de algum rastreador”, explica o assessor técnico da presidência do Sincor-SP, Marcos Pummer. A utilização de garagem e estacionamentos para a pernoite e no trabalho e faculdade também colaboram para baixar o preço.

Pummer lembra que o barato nem sempre é o melhor negócio. É importante contratar um corretor que vai ajudar caso haja sinistro, pois asseguradoras podem se negar a pagar o valor se informações incorretas forem fornecidas apenas para baratear o serviço.

 

Mercado milionário

14 milhões de apólices de seguros de carros foram contratadas em 2011, até novembro R$ 22 bilhões de prêmios em seguros de automóveis foram emitidos no decorrer deste ano

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CONTRATAR SEGUROS É ASSUNTO SÉRIO

Contratar seguros é assunto sério
Antes de contratar o seguro, é indispensável que o segurado saiba exatamente qual é o objeto que pretende ver protegido e contra que riscos deseja ter a proteção
16 de maio de 2011 | 0h 00
Antonio Penteado Mendonça -           O Estado de S.Paulo

O contrato de seguro é um contrato de adesão relativa, ao qual o segurado adere, mas com capacidade de modificar as condições gerais da apólice para adaptá-la às suas necessidades de proteção. Ou seja, há imposições irrecorríveis por parte da seguradora, mas há também determinações impostas pelo segurado, que a seguradora acata, nos termos que lhe são passados na proposta de seguro, limitadas às condições comerciais oferecidas por ela.

Mas se a regra acima vale para todos os contratos de seguros, não quer dizer que todas as apólices são iguais, ou mesmo semelhantes; que o clausulado é sempre o mesmo e que as regras aplicáveis são imutáveis, tanto faz o tipo de seguro e a garantia contratada.

Cada risco tem um tipo de garantia específico. E a forma de protegê-lo pode variar de companhia para companhia, ou de segurado para segurado, além de ser possível a contratação da proteção desejada por meio de mais de um modelo de apólice, ou seja, nem sempre a cobertura de dois riscos semelhantes é feita da mesma forma, com clausulados padrões, aceitos por todo o mercado. Assim, antes de contratar um seguro, é indispensável que o segurado saiba exatamente qual é o objeto que pretende ver protegido e contra que riscos deseja ter a proteção.

Pode parecer óbvio, mas nem sempre o risco contra o qual o segurado deseja se proteger está claro para ele, o que, evidentemente, faz com que a cobertura pretendida também não fique clara. E isso pode ter consequências dramáticas na hora de receber ou não uma indenização.   A seguradora sempre paga a indenização num momento de tensão para o segurado. O que gera a indenização é uma perda decorrente de um sinistro. Sem sinistro não há que se falar na obrigação da seguradora indenizar. Mais que isto, sem sinistro coberto, não há indenização.

E nem sempre a contratação do seguro, que depende de informações do segurado, contempla na apólice a garantia para o risco que o atinge.

Quando isso ocorre, a seguradora encerra o processo de regulação do sinistro negando o pagamento da indenização. E o segurado, já abalado pelo sinistro e pela perda, sofre novo abalo ao ser informado que o seguro não vai indenizá-lo porque a apólice contratada não tem garantia para aquele determinado tipo de sinistro.

Dadas as características do contrato de seguro, com exceção de contratos para riscos com coberturas extremamente simples, não é recomendável o segurado contratar suas apólices sem o auxílio de um especialista.

Por exemplo, o seguro mais conhecido no Brasil, que é o seguro de automóvel, ao contrário do que se pensa, é um contrato complexo, com características que o fazem único e diferente, mesmo de outros tipos de seguros parecidos.

O seguro de automóvel não é apenas um seguro, mas três, completamente diferentes, comercializados num único pacote. Nele estão embutidos um seguro de risco patrimonial, um seguro de responsabilidade civil e um seguro de acidentes pessoais.

Cada um deles oferece um rol de garantias próprias, que são diferentes das demais coberturas. Quer dizer, o risco de prejuízo do veículo é diferente do risco de causar danos a terceiros, que também é diferente do risco da ocorrência de acidentes pessoais com o motorista e os passageiros do próprio veículo.

Além disso, as apólices oferecem diferentes tipos de garantias para cada um deles e isso exige do segurado um mínimo de conhecimento para que ele possa determinar a opção que melhor se encaixa nas suas necessidades. O veículo justifica a cobertura compreensiva? Será que o segurado sabe que sem essa cobertura ele não terá indenização em caso de danos causados pela água da chuva ou pela queda de uma árvore? Será que alguém já disse que o seguro de danos a terceiros não indeniza o motorista e os passageiros do veículo segurado? É por essas e outras que a melhor forma de se contratar um seguro é ter a assessoria de um corretor de seguros realmente profissional.

Um especialista que conheça o assunto, o mercado e as melhores alternativas para cada segurado.

SÓCIO DA PENTEADO MENDONÇA ADVOCACIA, PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS E COMENTARISTA DA RÁDIO ESTADÃO ESPN

Seguro: peça importante no planejamento financeiro

Tente refletir sobre os momentos da sua vida em que você passou algum tipo de dificuldade financeira. Se você nunca passou por esse tipo de situação, parabéns, certamente isso é fruto dos bons hábitos financeiros que você desenvolveu ao longo da vida.

Mas, se em algum momento você passou por isso, procure avaliar o que o levou a essa situação. O mais provável é que você tenha sido surpreendido por um evento extraordinário, como por exemplo, a perda do emprego, algum problema de saúde, teve sua casa assaltada etc., o quê acabou afetando o seu orçamento.

Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, apesar do nome, os gastos extraordinários também podem ser planejados. Impossível? Claro que não. Dê uma olhada nas suas despesas nos últimos 6 a 12 meses, certamente você conseguirá identificar que uma parcela relativamente constante do seu orçamento é direcionada para o que chamamos de gastos extraordinários.
Para que serve o seguro?

Diante desta constatação, fica fácil ver que, se você quiser evitar novas surpresas, terá que rever o seu planejamento financeiro de forma a considerar esta nova categoria de gastos. Existe, contudo, uma outra forma de se preparar para estes gastos e se proteger do impacto que eles têm no seu orçamento. Como? Contratando seguro.

Afinal, é exatamente esse o objetivo dos seguros: protegê-lo do impacto financeiro que um determinado evento futuro (que pode ou não acontecer) pode lhe causar. A este evento futuro, que pode levá-lo a uma situação de desequilíbrio financeiro e do qual você quer se proteger, damos o nome de risco.

Hoje em dia já é possível encontrar seguros para a cobertura dos mais variados riscos, como por exemplo, o risco de ter seu carro roubado, o de sofrer um acidente e não poder trabalhar por vários meses, o de perder o emprego e não conseguir manter o pagamento das prestações em dia ou, o pior deles, o de vir a falecer e deixar sua família desamparada.
Planejando para o extraordinário

Ao contratar um seguro, você garante que terá direito ao recebimento de uma determinada quantia, também conhecida como indenização ou cobertura, caso um destes eventos venha a acontecer. Desta forma, você evita, ou ao menos diminui, o impacto financeiro que este evento terá no seu orçamento.

Exatamente por isso, pode-se afirmar que o seguro ajuda no seu planejamento financeiro. Afinal, ao invés de ser surpreendido com uma despesa extraordinária (com carro, casa, saúde etc.), você se planeja para isso, pagando todos os meses a sua apólice. Em outras palavras, transforma uma despesa extraordinária que não consegue estimar, em prestações fixas.

Vale notar, contudo, que seguro não deve ser visto como um substituto à formação de um patrimônio. Mas, como uma forma inteligente de melhorar a qualidade dos seus gastos, uma vez que se trata de uma despesa que protege o seu orçamento de riscos.
fonte.; finanças praticas