RODÍZIO DE PNEUS: FAZ SENTIDO OU NÃO?

RODÍZIO DE PNEUS: FAZ SENTIDO OU NÃO?

Defendido por todos no passado, hoje o rodízio de pneus cria mais dúvidas do que certezas

por Gustavo Henrique Ruffo • 

rodízio de pneus
Será que rodízio é sempre um bom negócio? | Crédito: Felipe Gombossy
 A quantidade de gente que apoia um rodízio deve se igualar àquela que é contra. Não só quando se fala em trânsito e em restrições à circulação nas grandes cidades, mas também quando o rodízio proposto é o de pneus. Unanimidade no passado, hoje há vários profissionais do setor que desaconselham a mudança da posição das rodas durante o uso, como mostrou o levantamento que fizemos com montadoras e fornecedoras de pneus. Depois de ouvir todas as partes, a conclusão é que, quando possível, o recurso é uma boa ideia, inclusive com o estepe dentro do processo.

Das 18 marcas consultadas, apenas duas são contrárias ao rodízio: BMW e Renault. A empresa alemã explica que os pneus do eixo traseiro e do dianteiro de seus carros são quase sempre diferentes e isso realmente impede o procedimento. Mas a Renault alega ser mais seguro comprar dois pneus novos sempre que os do eixo dianteiro (de tração) acabarem. Segundo a marca, as duas unidades novas devem ir para o eixo traseiro, transferindo os que estavam ali para a dianteira. De certo modo, não deixa de ser um tipo de rodízio, só que mais simples.

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Das 16 marcas que recomendam o rodízio, seis incluem o estepe no processo quando ele tem a mesma medida dos demais: Hyundai, Kia, Peugeot, Toyota, Chery e JAC. Mas por que elas defendem essa bandeira? Afinal, todas as marcas oferecem os modelos que têm os mesmos recursos de segurança, como controles de tração e ABS, sistemas que eventualmente poderiam ser afetados por pneus em condições diferentes.

Economia e segurança

Então vamos começar com os defensores. Segundo a maioria das seis fabricantes de pneus que consultamos, a primeira razão para fazer o rodízio com o estepe, sempre que isso for possível, é garantir que haja um desgaste por igual dos cinco pneus. “Nós sempre recomendamos o rodízio, de preferência a cada 5000 km”, afirma Vinícius Sá, gerente de pneus de passeio da Goodyear Brasil. Mas também a maioria das marcas admite a mudança das rodas a cada revisão, ou seja, no máximo de 10 000 em 10 000 km. “Nos carros em que o estepe é igual ao das outras rodas, coloca-se esse quinto pneu para rodar a partir dos 10 000 km, na traseira ou na frente, em qualquer um dos lados. O uso desse pneu estica a vida de todo o conjunto em 20%”, diz Milton Araujo, Gerente de Serviços ao Cliente da Continental Pneus.

Na verdade, o argumento da economia da borracha depende do ponto de vista: de fato, o conjunto todo dura 20% a mais, mas ao fim do processo o proprietário do veículo terá de comprar cinco pneus novos em vez de quatro. Ou seja, exatamente a economia que foi feita durante o uso.

Portanto, o argumento mais relevante mesmo é o da segurança. Comprar apenas dois pneus novos para substituir os dois que gastaram mais (geralmente os do eixo de tração) deixa sempre um desequilíbrio entre as rodas. Rodízio seria uma questão de segurança, porque todos os pneus ficam com desgaste muito parecido.

Três novos, um gasto

Agora é a vez do pessoal que é contra a inclusão do estepe. Segundo eles, o maior problema é que a cada rodízio sempre haverá três pneus gastos em conjunto com um quarto menos rodado (o que estava guardado no porta-malas). E isso gera um desequilíbrio, nesse caso não só entre os eixos como também entre os lados direito e esquerdo. Os defensores, porém, rebatem dizendo que basta fazer a mudança das rodas aos 5 000 km para amenizar o problema. Mas é bom lembrar que isso apenas reduz a diferença, não a elimina.

Há ainda outro argumento da turma do contra: o estepe, mesmo que seja igual aos demais, não foi feito para rodar, mas sim para garantir que o motorista chegue com segurança a algum lugar em que possa consertar ou substituir o pneu avariado. Porém, contra essa tese está o risco de envelhecimento da borracha. “É para evitar isso que recomendamos que se use o estepe nos rodízios”, diz Flávio Santana, engenheiro de campo e gerente de produtos da Michelin. “O pneu sem uso passa do estado elástico, conseguido com a vulcanização da borracha, para o plástico, no qual ele quebra com mais facilidade. É um processo lento: o pneu mantém suas características básicas em média por cinco anos”, diz Renato Baroli, gerente sênior de marketing e vendas da Dunlop.

Sentido de rodagem

Também se diz que o estepe atrapalharia o rodízio, no qual o pneu deve ter um sentido de rodagem. Mas isso é mito, da época do pneu diagonal. Não importa o sentido, já que a estrutura sofre esforços nos dois sentidos, devido às acelerações e frenagens. Santana, da Michelin, confirma a informação: “Só há restrição de sentido de rodagem nas bandas de rodagem assimétricas, com esculturas pré-determinadas para facilitar a drenagem da água”. Essa, aliás, é outra polêmica em torno do rodízio. Há quem diga que ele tem de ser feito em paralelo, ou seja, as rodas da frente vão para trás e vice-versa, mas mantendo-as sempre no mesmo lado. Outros afirmam que só os carros de tração dianteira devem fazer rodízio em paralelo. Outros, que carros de tração traseira têm de fazer rodízio em X ou cruzado (dianteiro esquerdo vai para a traseira direita e vice-versa).

A verdade é que se deve seguir a recomendação da montadora, que vem expressa no manual do proprietário do carro, já que o sentido de rodízio pode ser diferente em modelos da mesma montadora. Caso não haja menção sobre o sentido, guie-se pelo desgaste da banda de rodagem. Se for uniforme, tanto faz o rodízio em paralelo ou em X. Se for mais acentuado nos pneus de um lado, cruzá-los é a melhor opção para equilibrar o jogo.

FIM DO ESTEPE

Em pouco tempo, a dúvida de incluir o estepe no rodízio deve desaparecer por uma questão básica: a versão com as mesmas medidas dos outros quatroestá com os dias contados. “Estepe fininho é tendência mundial. Ele libera espaço no porta-malas e reduz o peso total do veículo. O monitoramento de pressão é outra coisa que está cada vez mais presente e que também ajuda a eliminar o estepe”, explica Milton Araujo, da Continental. O modelo run flat, que roda sem ar a até 80 km/h por uma distância de 80 km, é outra ameaça ao estepe.

 

O QUE DIZ CADA MARCA

Fazer ou não fazer o rodízio?

Sim, sem estepe: Audi, Chevrolet, Chrysler, Fiat, Ford, Honda, Mercedes-Benz, Nissan, Volkswagen, Volvo

Sim, com estepe (quando tiver a mesma media dos outros pneus): Chery, Hyundai, Kia, JAC, Peugeot, Toyota (exceto Corolla)

Não indicao rodízio: BMW, Renault

Viagem aérea: Tudo que você precisa saber na hora de arrumar sua bagagem

 Bianca Reis Direito do Consumidor,

 bagagemAs viagens aéreas se tornaram uma possibilidade viável para um número maior de pessoas. Os parcelamentos, com prazos mais longos, e os preços das tarifas promocionais permitiram que os brasileiros viajassem mais de avião para fazer turismo nesse começo de ano, apesar da crise.

A bagagem é um item da viagem que ainda gera muita dúvida. Assim, para esclarecer as  questões dos consumidores sobre o tema, listamos as principais  dicas publicadas no site da ANAC.

1) Limite de peso:

Nas aeronaves com mais de 31 assentos, cada passageiro (adulto ou criança) tem direito a 23 Kg de bagagem (franquia de bagagem). Pode-se despachar mais de um volume, desde que o peso total não exceda esse limite. Caso o peso ultrapasse a franquia, o transporte de sua bagagem ficará sujeito à aprovação da empresa e a cobrança por excesso de peso. Vale lembrar que artigos esportivos em geral (prancha de surfe, bicicleta, etc), instrumentos musicais e outros tipos de bagagem especial deverão ser incluídos na franquia, da mesma forma que uma bagagem comum.

2) Cuidados na hora de despachar a bagagem:

Evite despachar bagagens que contenham objetos de valor, tais como: joias, dinheiro e eletroeletrônicos (celulares, notebooks, filmadoras, etc). O ideal é levá-los na bagagem de mão.

Identifique a bagagem para facilitar sua visualização na sala de desembarque.

 3)  Bagagem de mão:

O peso total não deve exceder 5 kg e a soma das dimensões da bagagem (comprimento + largura + altura) não ultrapasse 115 cm;

A bagagem de mão não poderá conter objetos cortantes ou perfurantes (tais  como  tesouras de unha, canivetes, etc). Tais itens só podem ser transportados na bagagem despachada. Se o seu voo nacional passar em área destinada a embarque internacional ou se for uma viagem ao exterior não é permitido transporte de líquidos em bagagem de mão. Nesse caso, todos os líquidos, inclusive gel, pasta, creme, aerossol e similares, devem ser conduzidos em frascos com capacidade de até 100 ml e colocados em embalagem plástica transparente, vedada, com capacidade máxima de 1 litro, não excedendo as dimensões de 20 x 20 cm. Vale lembrar que líquidos em frascos acima de 100 ml não podem ser transportados, mesmo se o frasco estiver parcialmente cheio;

Os líquidos adquiridos em free shops ou a bordo de aeronaves podem exceder os limites estipulados, desde que dispostos em embalagens plásticas seladas e com o recibo de compra à mostra (cuja data deve ser a mesma do início do voo), para passageiros que embarcam ou em conexão. Medicamentos (com prescrição médica), alimentação de bebês e líquidos de dietas especiais poderão ser transportados na quantidade necessária à utilização no período total de voo (incluídas eventuais escalas) e deverão ser apresentados no momento da inspeção de segurança.

4) Extravio de bagagem

Caso sua bagagem seja extraviada, procure a empresa aérea preferencialmente ainda na sala de desembarque ou em até 15 dias após a data do desembarque e relate o fato em documento fornecido pela empresa ou em qualquer outro comunicado por escrito. Para fazer sua reclamação, é necessário apresentar o comprovante de despacho da bagagem.

Ao localizar a bagagem, a empresa aérea deverá devolvê-la para o endereço informado pelo passageiro. A bagagem poderá permanecer na condição de extraviada por, no máximo, 30 dias (voos nacionais) e 21 dias (voos internacionais).  Caso não seja localizada e entregue nesse prazo, a empresa deverá indenizar o passageiro.

5) Bagagem danificada

Procure a empresa aérea para relatar o fato logo que constatar o problema, preferencialmente ainda na sala de desembarque. Esse comunicado por escrito poderá ser registrado na empresa em até 7 dias após a data de desembarque.

6) Furto de bagagem

Procure a empresa aérea e comunique o fato, por escrito. A empresa é responsável pela bagagem desde o momento em que ela é despachada até o seu recebimento pelo passageiro. Além disso, registre uma ocorrência na Polícia, autoridade competente para averiguar o fato.

Fonte: Anac

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INFORMAÇÃO FALSA EM CONTRATO DESOBRIGA SEGURADORA DE INDENIZAR

Informação falsa em contrato desobriga seguradora de indenizar

09/07/2015 / Fonte: Seguros SE

mentiraA 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) isentou a seguradora Porto Seguro de pagar a um cliente o valor do sinistro pelo furto de sua motocicleta, pois ele apresentou uma informação falsa no momento em que firmou o contrato de seguro.

Segundo os autos, o segurado informou ao corretor que utilizava a moto apenas para lazer, fato que diminuiria o risco de sinistro e consequentemente diminuiria o valor da prestação a ser paga à seguradora. O cliente, todavia, usou a moto para ir ao trabalho pela manhã e a deixou na rua, onde ela foi furtada.

O juiz de Primeira Instância entendeu que a seguradora deveria pagar ao segurado o valor do veículo, pois o contrato no qual constava a informação falsa não tinha sido assinado.

A seguradora recorreu ao Tribunal. A relatora, desembargadora Mariângela Meyer, modificou a sentença, sob o fundamento de que o consumidor faltou com o princípio da boa-fé. “O contrato de seguro é um acordo de vontades do qual decorre para o segurado, terceiro ou beneficiário, a obrigação de pagar uma remuneração e, para o segurador, o dever de suportar o risco e pagar o valor convencionado a quem de direito. Se o segurado atenta contra o dever de veracidade, a ordem jurídica impõe-lhe a sanção de perda do direito à indenização”, afirmou.

Os desembargadores Vicente de Oliveira Silva e Álvares Cabral da Silva votaram de acordo com a relatora.

CARRO BLINDADO. PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS FREQÜENTES DOS INTERESSADOS EM BLINDAR UM CARRO

 .POSSO BLINDAR SOMENTE OS VIDROS?

pODE, MAS NENHUMA EMPRESA RECOMENDA. GASTA-SE MUITO DINHEIRO (CERCA DE 70% DE UMA BLINDAGEM COMPLETA) PARA POUCA PROTEÇÃO.

COMO É FEITA À ASSISTÊNCIA TÉCNICA?

HÁ EMPRESAS QUE OFERECEM A MANUTENÇÃO ATÉ MESMO EM FINAIS DE SEMANA. O IMPORTANTE É VER EM QUANTO TEMPO A OFICINA DEVOLVE O CARRO.

QUAL A GARANTIA DAS EMPRESAS?

OS DEFEITOS APRESENTADOS NA BLINDAGEM SÃO COBERTOS POR ATÉ DOIS ANOS. O PROBLEMA MAIS FREQÜENTE SÃO PEQUENAS BOLHAS NOS VIDROS. ELAS APARECEM NOS ESPAÇOS ENTRE AS LÂMINAS SUPERPOSTAS.

O AUMENTO DE PESO NO CARRO INFLUENCIA A DIRIGIBILIDADE?

A BLINDAGEM MAIS COMUM TEM DE 100 A 200 QUILOS. O AUTOMÓVEL FICA UM POUCO MAIS BAIXO E O TEMPO DE FRENAGEM AUMENTA. A RECOMENDAÇÃO É CALIBRAR OS PNEUS COM A PRESSÃO MÁXIMA.

COMO FICA O NÍVEL DE RUÍDO?

UMA BLINDAGEM BEM-FEITA NÃO CAUSA RUÍDOS. ACONTECE O OPOSTO. O VIDRO MAIS GROSSO E AS PORTAS RECHEADAS DIMINUEM O BARULHO DA RUA.

POSSO BLINDAR UM CARRO POPULAR?

PODE, MAS NÃO VALE A PENA. A BLINDAGEM, ALÉM DE SAIR PELO DOBRO OU TRIPLO DO PREÇO DO CARRO, REDUZ DEMAIS O DESEMPENHO DO MOTOR.

É MELHOR BLINDAR UM CARRO NOVO, UM USADO OU JÁ ADQUIRIR UM VEÍCULO BLINDADO?

DEPENDE DA CONDIÇÃO ECONÔMICA. QUEM ESTIVER SE APERTANDO DEMAIS PARA ADQUIRIR UM BLINDADO, DEVE PESQUISAR NO MERCADO DE SEMINOVOS, POIS HÁ EXCELENTES OPÇÕES, COM RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO BASTANTE INTERESSANTE.

 QUANTO PESA UMA BLINDAGEM E FAZ MUITA DIFERENÇA NO DESEMPENHO DO CARRO?

NÃO E SIM PORQUE NÃO SE PODE BLINDAR AUTOMÓVEIS COM POTÊNCIA INFERIOR A 90 CAVALOS, ENTENDA QUE UMA BLINDAGEM PESA EM MÉDIA 200 KG.

POSSO VISITAR A OFICINA PARA SABER COMO MEU CARRO ESTÁ SENDO BLINDADO?

MUITOS NÃO DEIXAM MAIS DEVE, ENTENDENDO QUE A TRANSPARÊNCIA FAZ PARTE DO PROCESSO.

DOS VÁRIOS NÍVEIS DE BLINDAGEM QUE EXISTEM, QUAL É O RECOMENDADO? 

O NÍVEL MAIS UTILIZADO NO MERCADO É O IIIA. É O QUE SUPORTA EM GERAL TODOS OS DISPAROS EFETUADOS POR ARMAS DE MÃO.

HÁ OUTROS NÍVEIS MENORES, MAS A RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO NÃO COMPENSA.

QUAL É A GARANTIA?

A GARANTIA PADRÃO É DE TRÊS ANOS.

ANTES DE BLINDAR UM USADO, CONVÉM FAZER UMA REVISÃO GERAL NO VEÍCULO?

É OBRIGAÇÃO PORQUE SE O CARRO TIVER ALGUM PROBLEMA A CULPA PROVAVELMENTE SERÁ COLOCADA NA BLINDAGEM.

QUANTO TEMPO DEMORA UM PROCESSO DE BLINDAGEM?

DE 15 A 40 DIAS ÚTEIS.

COMO IDENTIFICO UMA BLINDAGEM BEM-FEITA? 

NÃO É FÁCIL PORQUE OS BONS ACABAMENTOS PODEM CAMUFLAR BLINDAGENS RUINS. PODE PARECER ESTRANHO VER SEU CARRO TODO DESMONTADO, MAS É MELHOR ACOMPANHAR TODO O PROCESSO DE BLINDAGEM PORQUE LHE PROPORCIONARÁ MAIOR SEGURANÇA.

UM AUTOMÓVEL BLINDADO FICA MAIS OU MENOS SEGURO EM CASO DE COLISÃO? 

EM TESE NÃO EXISTEM TESTES CONCLUSIVOS PARA SABER SE FICA MAIS O MENOS SEGURO. A SEGURANÇA MAIOR É PROPORCIONADA PELA PRESERVAÇÃO DAS REGIÕES DE DEFORMAÇÃO DO VEÍCULO LEMBRANDO SEMPRE QUE AS BLINDAGENS DEVEM SER FEITAS EM VEÍCULOS QUE SEJAM EQUIPADOS COM AIRBAG.

BASTA BLINDAR O AUTOMÓVEL PARA SAIR TRANQÜILO ÀS RUAS? 

NÃO, UMA VEZ QUE NINGUÉM SABE AO CERTO QUE REAÇÃO TERÁ NO CASO DE UMA ABORDAGEM. NÃO FALTAM HISTÓRIAS DE PESSOAS QUE ACABARAM ABRINDO A PORTA POR SE ESQUECER DE QUE ESTAVAM EM UM BLINDADO.

QUANTO CUSTA BLINDAR UM AUTOMÓVEL?

TEM VARIAS FORMAS DE BLINDAR UM CARRO, PORTANTO MUITOS VALORES, O PREÇO DEPENDERÁ DO TIPO DE BLINDAGEM; BLINDAR É UM PROCESSO CARO E TRABALHOSO.

A BLINDAGEM DE CLASSIFICAÇÃO III-A É O NÍVEL DE PROTEÇÃO MAIS COMUM NO BRASIL.

CONFERE-SE O PESO ORIGINAL DO VEÍCULO. COM A BLINDAGEM, A CARGA ADICIONAL É DE CERCA DE 130 QUILOS, MAS PODE SER MUITO MAIS.

O VEÍCULO É TODO DESMONTADO. RETIRAM-SE A CAPA INTERNA DO TETO E O FORRO DAS PORTAS, BANCOS E VIDROS. FICAM SÓ LATARIA, MOTOR E PAINEL. A ESCOLHA DE UMA EMPRESA SÉRIA É IMPORTANTE TAMBÉM PARA GARANTIR QUE A REMONTAGEM SEJA CUIDADOSA.

COMEÇA A BLINDAGEM DA LATARIA. O TETO, AS PORTAS E TODAS AS PARTES PLANAS (COM EXCEÇÃO DO CAPÔ) SÃO RECHEADOS COM MANTA DE FIBRA DE ARAMIDA, MATERIAL USADO NA CONFECÇÃO DE COLETES À PROVA DE BALAS. QUANDO ATINGIDA POR UM PROJÉTIL, A MANTA DISTRIBUI E ANULA A ENERGIA PROPAGADA POR ELE, AMORTECENDO O IMPACTO.

CHAPAS DE AÇO INOX COM ESPESSURA DE 3 MILÍMETROS SÃO COLOCADAS NAS COLUNAS, NA JUNÇÃO DO VIDRO COM A LATARIA, NOS CANTOS DAS PORTAS, ATRÁS DA MAÇANETA E DOS PONTOS DE FIXAÇÃO DOS ESPELHOS RETROVISORES

AS RODAS RECEBEM UMA FINA CINTA DE METAL,  COM CERCA DE 2,5 MILÍMETROS, QUE IMPEDE OS PNEUS DE SE ESVAZIAREM, PERMITINDO QUE O CARRO PERCORRA CERCA DE 20 QUILÔMETROS NUMA VELOCIDADE BAIXA. ALGUMAS EMPRESAS ENVOLVEM A RODA COM UMA RÍGIDA FIBRA DENÁILON, COM ESPESSURA APROXIMADA DE 6,5 CENTÍMETROS. ELA NÃO DEIXA A RODA TOCAR NO CHÃO E O CARRO CONSEGUE PERCORRER CERCA DE 35 QUILÔMETROS A 80 KM/H.

OS VIDROS COMUNS SÃO RETIRADOS. NESTE NÍVEL DE BLINDAGEM, QUE RESISTE A TIROS DE MUNIÇÃO CALIBRE 44, A ESPESSURA DO VIDRO VARIA DE 18 A 21 MILÍMETROS.

CINCO LÂMINAS DE VIDRO COMUM SÃO FIXADAS UMAS ÀS OUTRAS, POR UM FILME PLÁSTICO. A PARTE INTERNA É REVESTIDA DE UM OUTRO FILME, O POLICARBONATO, TAMBÉM UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DOS FARÓIS DE AUTOMÓVEIS CONVENCIONAIS. O POLICARBONATO EVITA QUE ESTILHAÇOS SE DESPRENDAM, CASO O AUTOMÓVEL SEJA ALVEJADO.

O CARRO É REMONTADO E, ANTES DE SER ENTREGUE AO CLIENTE, PASSA POR UM CHUVEIRO ONDE SE VERIFICA SE O ISOLAMENTO DA CABINE ESTÁ PERFEITO. CHECA-SE TAMBÉM A EXISTÊNCIA DE EVENTUAIS RUÍDOS.

quem regulamenta o mercado de blindados?

O Exército Brasileiro, através de sua Diretoria de Produtos Controlados, regula os aspectos documentais que, por lei, são exigidos na aprovação de venda de um veículo blindado para pessoas jurídicas ou físicas em todo o território nacional.

Da mesma forma esse órgão faz o mesmo tipo de controle sobre as empresas envolvidas no processo de blindagem de veículos (prestadores de serviço e fabricantes de peças blindadas).

Quais são os documentos necessários para se regularizar um carro blindado?

Para o carro: autorização de blindagem (emitida pelo exercito), registro da blindagem junto ao exército e o Detran e certificado de inspeção no INMETRO.

Para o proprietário: conjunto de documentação mostrando a idoneidade da pessoa (certidões criminais), atestado de residência e documentos pessoais.

Quais  documentos devo pedir para comprar um carro blindado usado?

Todo veículo deve possuir no documento de propriedade a inscrição “veículo blindado”. Isto é a prova de que o veículo teve todo o procedimento legal cumprido.

Como fica a garantia de um veículo 0km após a blindagem?

Normalmente as montadoras e suas concessionárias “fecham os olhos” para o fato do veículo ter sido blindado, mantendo a garantia de fábrica para os itens não afetados pela blindagem, principalmente a parte mecânica

QUAL É A SUA DÚVIDA ? BASTA PERGUNTAR….

AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE UM CARRO BLINDADO

As vantagens e desvantagens de um carro blindado

Rio – As portas são mais pesadas, mas fecham com suavidade. Para falar com o mundo exterior, apertamos um botão sob o console e ligamos o pequeno microfone localizado na coluna dianteira – que também aciona alto-falantes externos e internos, e assim ouvimos o que se passa do lado de fora. Estamos em um carro blindado, o Honda Civic LXS 2010 cedido pela Safe Guard. É um teste diferente, no qual o modelo do automóvel é o que menos importa.

Para o teste utilizamos o Honda Civic LXS 2010, cedido pela Safe Guard.

Blindados são parte do cenário das grandes cidades. Em 2010, mais de 7 mil carros receberam proteção especial no Brasil. Mas andar em um automóvel com alterações tão extensas requer adaptação.

O Civic recebeu blindagem nível III-A, a proteção máxima permitida pelo Exército, mediante uma extensa lista de documentos e certidões. No primeiro dia, estranhamos um pouco. Com 230 quilos extras concentrados principalmente na área dos vidros, o Honda parece outro carro. As reações ao volante são mais lentas, anestesiadas. As freagens ficam prejudicadas e, nas curvas, o automóvel tende a sair de frente. Mas logo nos acostumamos, e dirigimos sem levar sustos. Era como se o carro estivesse com quatro ocupantes. O câmbio automático de cinco marchas trabalhava freneticamente para manter o ritmo, e o Civic sofria um pouco em subidas mais íngremes.

Não há grandes mudanças mecânicas, apenas a troca das molas traseiras por um conjunto mais firme. Já a colocação da blindagem dá um trabalho e tanto. As portas são alargadas para receber placas de aramida (tecido sintético de altíssima resistência) e vidros com até 21mm de espessura, compostos pelo sanduíche que inclui uma camada de policarbonato. Partes de aço moldado com 3mm de espessura são utilizadas em larga escala.

A aramida usada no Civic é composta por nove camadas sobrepostas e entremeadas por neoprene, material usado em roupas de mergulho. O objetivo é evitar o acúmulo de água, que pode estragar as fibras do tecido. Os vidros fornecidos pela empresa AGP têm boa transparência e não observamos distorções. Pelas janelas, o mundo fica ligeiramente esverdeado. E silencioso. A blindagem aumenta o isolamento acústico, e mesmo os pingos de chuva grossa não perturbam a paz interior. Transformar o Civic em bolhade segurança custou R$ 44 mil.

Não há grandes mudanças mecânicas, mas as portas são alargadas para receber placas de aramida, tecido sintético de altíssima resistência e vidros com até 21mm

Todo o carro é desmontado para a colocação da blindagem. As janelas ganham molduras de aço pintadas de preto, para não interferir no visual. Como acontece na maioria dos blindados, só as janelas dianteiras do Honda se abrem, e pela metade. Um pequeno amortecedor instalado dentro da porta ajuda no trabalho de subida do vidro – demora mais para abrir do que para fechar.

A montagem do Civic após a instalação da blindagem foi impecável e o carro não apresentou falhas de acabamento ou ruídos nos quatro dias de avaliação (percorremos 214 quilômetros). Mas, com o tempo, é provável que surjam barulhos. ”Como a blindagem aumenta o isolamento acústico, qualquer barulho se torna mais perceptível. E o uso cotidiano, com passagem por buracos, pode gerar ruídos. Afinal, o carro passa por uma grande mudança”, explica Philippe Balbi, sócio da Safe Guard.

Há oito anos no mercado, a empresa faz, em média, 15 blindagens por mês. É um trabalho longo: demora de 20 a 30 dias, boa parte esperando a chegada dos vidros feitos sob medida para cada modelo.

‘Armadura’ não valoriza o carro usado - A blindagem do Civic custou R$ 44 mil e incluiu pneus flat over, que trazem um aro de borracha sobre a roda que permite rodar a cerca de 60km/h com o pneu vazio, sem maiores danos. A proteção mais comum é composta por cintas de aço, que evitam que o pneu se desprenda da roda, mas rapidamente destroem o conjunto. O retorno do investimento está na segurança – não se deve esperar pela valorização do carro. Com o passar dos anos, um blindado valerá o mesmo, ou até menos, que um modelo sem “armadura”. Isso acontece pelo desgaste maior e pelos valores de manutenção.

Enquanto está na garantia (geralmente de três anos), um blindado não apresenta despesas muito maiores que as de um carro convencional – a não ser pelo consumo de combustível, que aumenta devido ao peso. Porém, quando é preciso pagar para resolver um problema, é bom estar preparado.
Trocar um para-brisa blindado custa cerca de R$ 4.500. Além do custo da peça, são precisos dois funcionários e horas de mão de obra para retirar o vidro defeituoso. Uma janela lateral sai por R$ 2.600.

O maior problema que afeta os vidros é a delaminação, que ocorre quando a camada de policarbonato se descola, causando distorções e até manchas que atrapalham a visibilidade. É possível resolver o problema sem trocar a peça – custa entre R$ 850 e R$ 1 mil. Contudo, trata-se de uma solução paliativa, que raramente dura mais de oito meses.

O maior problema que afeta os vidros é a delaminação, quando a camada de policarbonato se descola, causando distorções que atrapalham a visibilidade

Sensação de segurança muda os hábitos  – O cliente tradicional de blindados sabe desses gastos com manutenção. Por isso, costuma trocar de carro sempre que a garantia chega ao fim. E quem compra um dificilmente voltará a guiar veículos sem este tipo de proteção. “Há casos de clientes que têm três carros na casa e escolhem um para blindar. Com o tempo, todos da família só querem usar aquele veículo, e depois o proprietário acaba por fazer o mesmo serviço nos outros”, diz Philippe.

Episódios de violência fazem aumentar a procura. Em 2007, no mês seguinte à morte do menino João Hélio, a procura por blindados dobrou no Rio de Janeiro. No final de novembro, quando houve os ataques dos traficantes que precederam a ocupação da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, os pedidos também aumentaram. E todos querem carros para pronta-entrega, o que nem deveria existir – a blindagem só pode ser feita após o Exército conceder a autorização ao comprador. A blindagem nível III-A tem que suportar cinco tiros de um revólver Magnum 44 concentrados em uma área equivalente à de um triângulo com vértices de 15 centímetros. Suporta também disparos de pistolas .40 e 9mm. Mas para resistir a tiros de fuzil, só mesmo um Caveirão.

O mercado de blindagem movimenta grandes cifras e já tem uma rede bem estabelecida de serviços no Brasil, seja de venda, manutenção ou aluguel de veículos. Empresas do setor fazem parcerias com redes concessionárias – a Associação Brasileira dos Distribuidores Toyota acaba de fechar um acordo com a Protection Blindagens, por exemplo. O Corolla, aliás, é o carro mais blindado do mercado nacional.

O público é variado. Há executivos que recebem sedãs da empresa; famílias que buscam proteção para os filhos e blindam compactos; empresários cujos estabelecimentos ficam em locais de risco; e gente que apenas tem medo.

Aumentar pressão dos pneus melhora dirigibilidade  – Mas é preciso saber que a blindagem causa alterações no comportamento no carro, o que exige algumas mudanças. Uma destas é aumentar a pressão dos pneus para melhorar a dirigibilidade (pode-se usar a calibragem para carga) – afinal, sempre há quilos extras sendo permanentemente carregados.
É bom saber qual é a capacidade máxima de carga suportada pelo veículo para evitar problemas. É como colocar uma cerca eletrificada ao redor de casa: vai aumentar a segurança, mas não ficará bonito.

Fonte: por Eduardo Sodré | Fonte: O Globo

 

CARRO BLINDADO – DICAS DA STEEL.

 

DICAS DE QUEM ENTENDE TUDO SOBRE CARRO BLINDADO.

PARA TER UM CARRO BLINDADO, POR ONDE DEVO COMEÇAR?

Se sua ideia é adquirir um automóvel zero-quilômetro para mandar blindar, é preciso escolher a blindadora com muito cuidado, pois tem que pesquisar bem. Uma vez com pesquisas ou indicações nas mãos, verifique a documentação específica do estabelecimento, se a empresa tem alvará de funcionamento, certificações no Exército o (CR), alvarás e vistorias da Polícia civil o (DPC) e também faça uma checagem no CNPJ e I.E. , para saber se você não terá problemas futuros, mas saiba que as blindadoras associadas a (Abrablin), já tem uma boa parte dessa documentação checada pela associação, a cada seis meses e com isso, você já pode dar uma boa peneirada nas suas cotações.

Deve atentar-se para quais tipos de materiais são utilizados na blindagem, se eles são testados e aprovados pelo exército e se os fornecedores fabricantes estão autorizados para tanto, mas (Peça isso ao vendedor). Observada essas comprovações com os documentos (RETEX e TR) dos mesmos, pois apenas com todas essas formalidades cumpridas à risca você poderá, ao final do processo, obter o certificado de registro da blindagem no Exército, Polícia Civil e depois no DETRAN, também poder fazer a documentação e o seguro do seu veículo. Se no momento em que você pedir algum desses documentos e o vendedor começar com um “veja bem…”, é um mau sinal.

POSSO VISITAR A OFICINA (BLINDADORA), PARA SABER COMO MEU CARRO ESTÁ SENDO BLINDADO?

Não só pode, como deve. Uma vez verificada a documentação, vale a pena visitar as blindadoras pré-selecionadas. Mas não se contente e nem se impressione com o showroom. Exija uma visita à oficina ou (Fábrica). Peças espalhadas pelo chão e funcionários de bermuda, calça jeans ou chinelos são um péssimo sinal, pois todos devem estar uniformizados, utilizando equipamentos de segurança e de acordo com as leis trabalhistas vigentes, mas também não se impressione com oficinas (Fábricas) faraônicas, pois muita gente compra gato por lebre e fica feliz, achando que fez o melhor negócio do mundo.

Transparência faz parte do processo. Converse com o responsável pela fábrica, veja os veículos que estão sendo blindados, questione sobre a procedência e a marca dos materiais empregados (painéis balísticos, vidros, aço, etc…) e ao fechar o negócio, peça para incluir em contrato todas as especificações técnicas desses materiais e suas marcas, também uma permissão de visitas periódicas para ver a montagem do seu veículo, verificando assim, se os materiais especificados, estão realmente sendo aplicados, conforme descritos.

QUANTO PESA UMA BLINDAGEM? É VERDADE QUE FAZ MUITA DIFERENÇA NO DESEMPENHO DO CARRO?

Uma blindagem pesa em torno de 200 kg, mas para ter certeza do peso, peça sempre às especificações técnicas dos materiais aplicados e suas quantidades, pois com isso você terá a certeza do peso. Dependendo da motorização do veículo, o peso excessivo faz muita diferença no consumo e desgaste das partes mecânicas, gerando um índice maior de manutenção. Hoje existem materiais mais leves no mercado, que proporcionam menos desgaste nas partes mecânicas e menor consumo de combustível.

QUAIS OS PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA QUE DEVO TOMAR?

A grande maioria dos assaltos a veículos ocorrem quando seu proprietário está entrando ou saindo do veículo, ou chegando e saindo de casa. Por isso antes de fazer estes procedimentos, verifique a movimentação de pessoas ao seu redor. Após entrar no veículo, acione imediatamente as travas das portas.

Em caso de uma abordagem com a tentativa de agressão armada: Mantenha a calma e saia do local o mais rápido possível, com segurança. A blindagem do seu veículo permite que você mesmo, sendo alvejado, consiga sair da situação de risco.

ATENÇÃO: Não tente reagir, lembre-se que o agressor tem a vantagem do fator surpresa e estará disposto a tudo para atingir seu objetivo.

QUAL É A GARANTIA QUE AS BLINDADORAS GERALMENTE DÃO À BLINDAGEM E AOS VIDROS?

A garantia padrão é de três anos. Em alguns casos, como o da Steel Blindagens, essa garantia é de 15 ( Quinza anos ), sem limites de KM. No momento em que o carro é entregue, o cliente recebe da blindadora toda a documentação legal, além de um manual, que é uma espécie de livrete de revisão e garantia, que traz desde informações técnicas da blindagem, até instruções para a utilização do veículo blindado, peça esse manual, para saber exatamente quando fazer as revisões e os prazos de garantia.

NO QUE CONSISTE A BLINDAGEM DE UM VEÍCULO?

Resumidamente, em proteger o automóvel nas grandes extensões opacas, transparentes e cuidar para que haja proteção das interseções, com proteção de “Overlap’s” que garantam que nenhum disparo vá atingir os ocupantes do habitáculo. Na parte opaca, as proteções são feitas por painéis balísticos (que tem como nomes comerciais Kevlar da Dupont, ou o Twaron da Teijin ou até mesmo como “mantas”), que são os mais comuns e que tem maior durabilidade, se forem totalmente vulcanizados, tornando-os a prova d’agua.  Nas colunas internas e “Overlap’s” são de aço 304L de 3,0mm. Nas transparentes são os vidros, que por sua vez é um composto de polímeros, policarbonato e vidros, que variam de espessuras, de acordo com seus níveis de proteção, mas cuidado ao escolher os vidros, pois existem vários tipos e composições, que nem sempre será o melhor para o seu veículo e poderá ter um peso excessivo, causando problemas de desgastes de manutenção e consumo de combustível exagerados.

Fala-se muito em “Overlap’s” como sendo apenas no espaço entre portas e carroceria, mas é muito mais do que isso. Ele se refere a qualquer sobreposição, qualquer emenda, seja nos vidros das portas, nos fixos, no teto ou mesmo por dentro, entre as proteções dos painéis balísticos.

O aço que é aplicado deve também ser de uma especificação técnica, como o 304L de 3,0mm forjado a frio, que tem uma alta concentração de CrNi, aceitando ser soldado na carroceria, proporcionando uma maior elasticidade, revestidos com E.V.A. e que devem ser aplicados somente com buchas  “Rivkle”. (buchas especiais antioxidantes),   fixadas no gabarito do veículo, com rosca interna para fixação de parafusos de aço,  sem deixá-los em contato com a lataria, evitando assim, rangidos e o espanamento precoce das fixações.

BLINDAGEM PADRÃO SEMPRE DEVE INCLUIR NO PACOTE SIRENE E CINTA DE RODAS?

São itens que se tornaram padrão na blindagem. Mas você pode optar por não ter esses itens, instalados. A instalação de sirene é proibida para veículos civis, pela lei nº 9.503 e seu veículo poderá ser apreendido com esse equipamento.

QUANTO TEMPO DEMORA UM PROCESSO DE BLINDAGEM?

De 30 a 45 dias úteis e caso queira ver seu automóvel sendo blindado, o ideal é visitar a blindadora exatamente na metade do processo, mais ou menos em 20 dias úteis, ou perguntar ao vendedor, se o processo de blindagem já está na metade, ou na instalação da parte opaca.

COMO IDENTIFICO UMA BLINDAGEM BEM-FEITA?

Para começar, não deixe para examiná-la ao final do processo. O que não faltam no mercado são casos em que o acabamento é perfeito, mas com utilização de materiais de blindagem que deixam muito a desejar. Bons acabamentos podem camuflar blindagens ruins.

Verifique como estão aplicados os painéis balísticos “mantas”, o cuidado na colagem, sem muitas emendas, ou retalhos, se as colunas estão com os aços aplicados e embuchados com Rivkle, se existem as proteções nas caixas de maçanetas, vão de retrovisores, overlap’s de tampas, fixos e outros, soldados na carroceria, pois a qualidade e o cuidado na aplicação desses materiais são imprescindíveis para o veículo ficar bem protegido.

Pode parecer estranho ver seu carro todo desmontado. Mas vai valer à pena e lhe proporcionará maior segurança, saber como a blindadora aplica os materiais balísticos e se esses são exatamente o que você comprou realmente.

O QUE SÃO OVERLAP’S?

Se você está comprando seu primeiro veículo blindado, já ouviu ou vai ouvir este termo várias vezes. Se não ouvir, deveria ficar desconfiado com o vendedor, pois o OVERLAP ajuda a salvar vidas. Conforme a própria tradução da palavra diz, o OVERLAP é a sobreposição de materiais para eliminação de pontos vulneráveis (também chamados de “gaps”), lacunas entre materiais que podem passar bala na blindagem. Resumindo, o “Overlap”, tem a finalidade de impedir os “gaps” nas intersecções de vidro-carroceria e portas-carroceria, caixas de maçanetas, tampas, lanternas, base dos retrovisores e ainda nas passagens de cabos, dobradiças, fechaduras, luminárias e outros furos de passagem.

COMO IDENTIFICAR A BLINDAGEM COM “OVERLAP’S”?

Mesmo não sendo um “expert” em blindagens, você pode conseguir visualizar o “Overlap” nas portas, na tampa traseira em (hatch’s, peruas e utilitários) e vidros nos fixos. Nos outros pontos da carroceria (fechaduras, lanternas, etc.), somente removendo a forração interna do veículo para poder visualizar o “Overlap”.

UM AUTOMÓVEL BLINDADO FICA MAIS, OU MENOS SEGURO, EM CASO DE COLISÃO?

Em tese, fica mais seguro. Mas não existem testes conclusivos para validar essa hipótese. A segurança maior é proporcionada pela preservação das regiões de deformação do veículo (o que uma boa blindagem mantém) e pelo reforço no cockpit.

QUE CUIDADOS DEVO TER PARA CONSERVAR A BLINDAGEM, EM ESPECIAL OS VIDROS?

O tempo não costuma comprometer a blindagem em sua área opaca (O Aço não degrada e os painéis balísticos “manta”, desde que sejam totalmente vulcanizados e a prova d’agua). Mas, no caso dos vidros, é preciso tomar cuidado em relação à conservação. Eles não devem ser limpos por dentro com derivados de petróleo e nem abrasivos, pois esse tipo de material pode estragá-los. Podem ocorrer ainda trincas nos vidros, causadas por alguns fatores como: impactos (de uma pedra, por exemplo), bater a porta para o fechamento, com os vidros abaixados, choque térmico (Por exemplo; jogar água em um vidro de um veículo exposto muito tempo ao sol, que é um fator, que também não deverá ocorrer, pois o sol é um grande inimigo do vidro blindado), também em torções na carroceria (é preciso ter cuidado com lombadas e valetas). Com o tempo, o vidro também delamina (Aparecem bolhas de ar esbranquiçadas). Se isso começar a ocorrer, deve-se levar o veículo à blindadora, para verificar se não houve perda de eficácia na blindagem e receber orientações do que deverá ser feito.

É MELHOR BLINDAR UM CARRO NOVO, OU JÁ ADQUIRIR UM VEÍCULO USADO BLINDADO?

A resposta depende da condição econômica. Se você estiver se apertando demais para adquirir um blindado okm, deve pesquisar no mercado de seminovos, pois há excelentes opções, com relação ao custo-benefício e bastante interessantes. Veja abaixo…

COMO COMPRAR UM VEÍCULO BLINDADO USADO?

O Brasil tem hoje a uma das maiores frotas de carros blindados do mundo. Diante da popularização da blindagem e da quantidade de veículos nas ruas, acaba se tornando mais fácil encontrar modelos usados/seminovos para a venda.

Mas quem tem a intenção de comprar um veículo nessas condições, deve ficar atento a alguns possíveis desgastes e problemas que o veículo possa ter, mas para que o negócio não vire sinônimo de prejuízo. Na maioria dos casos, o comprador não tem a mínima ideia do que está “por baixo dos acabamentos” do veículo e nem o quanto irá gastar em manutenção, documentação, etc. Essa situação é complicada quando optar pela compra de um veículo usado, pois você não terá a possibilidade de escolher e nem ver os materiais aplicados e ter que acabar confiando no vendedor, mas para isso, antes da compra você deverá solicitar primeiro que:

O veículo tenha a documentação da blindadora que fez a blindagem, que a documentação de porte obrigatório do veículo já esteja totalmente regularizada, conforme as leis vigentes (Onde deverá constar a observação de “modificado Blindagem” no CRLV), pois sem essa documentação, as seguradoras não fazem o seguro e também o veículo poderá ser apreendido em uma blitz policial e para regularizar depois fica muito caro e trabalhoso. No estado de São Paulo, foi assinado um decreto em Outubro de 2013, que obriga a todos os proprietários de veículos blindados, a fazer o seu registro na Polícia Civil, no Departamento de Produtos Controlados,  onde a partir de agora, você deverá exigir do vendedor, a declaração do Exército original, ou cópia autenticada e a nota fiscal da blindagem original, ou cópia, pois sem esses documentos, o IPVA será bloqueado e você não vai conseguir licenciar o seu veículo blindado e também pode rá ser apreendido em fiscalizações.

E segundo: Peça para o vendedor, que seja realizado um laudo técnico ou check-up dessa blindagem que já existe no veículo, por uma empresa especializada e só assim você saberá se estará realmente protegido. (A Steel Blindagens oferece esse check-up, sem custo), pois serão verificadas as partes internas, onde você não vê.

Procure comprar um modelo com câmbio automático, que não traz o risco de o carro morrer em uma fuga. Os vidros elétricos têm de ser testados cuidadosamente, pois como os vidros são mais pesados, eles podem ter parado ou não funcionar corretamente. Veja nas películas dos vidros, se tem algum descascado, manchas, bolhas ou trincas e as travas das portas e tampa, devem funcionar perfeitamente. A suspensão de um carro blindado sempre sofre mais que a de um carro normal, pois a blindagem chega a pesar 230 quilos. Veja se tanto os amortecedores e molas quanto o sistema de freios se estão bem. Uma pessoa que anda de carro blindado quer os vidros fechados o tempo todo. Então o ar-condicionado também tem que estar funcionando corretamente e limpo.

Peça para verificar se o carro blindado tem as chamadas “cintas” de aço ou de borracha, que vão dentro dos pneus, para poder rodar mesmo com eles furados, no caso de um ataque. Veja se o carro tem uma tira de aço que fica no vão entre as portas e os batentes ou nos quadros das portas. Essa tira é chamada de “Overlap ou frame”, muito importante na proteção balística. Como o carro é todo desmontado para a blindagem, pode haver peças de acabamento soltas. Um test-drive pode denunciar ruídos de peças mal colocadas. Confira se as borrachas de vedação estão perfeitas, para evitar futuras infiltrações.

Observe os vidros; eles não podem apresentar bolhas distorções ou trincas – o que reduz a capacidade de absorção aos tiros. Verifique o estado dos amortecedores e freios, pois devido ao peso excessivo do carro após a blindagem, esses itens sofrem maior desgaste.

Confira o nível de proteção da blindagem, o nível 3A é o mais comum no Brasil, sendo seguro para armas de mão até o Magnum 44. As cintas internas dos pneus devem estar em perfeito estado, garantindo assim a rodagem, caso os pneus fiquem vazios.

Olhe com cuidado os vidros elétricos: o peso extra pode prejudicar a abertura e fechamento, veja se sobem com facilidade e se a abertura não é parcial, pois irá criar dificuldades em pedágios e outras cancelas.

Porta raspando no assoalho ou colunas é sinal de desalinhamento.

Verifique se frisos, borrachas e vidros estão alinhados.

Ao fazer o test-drive, cheque se o carro pende para os lados, se o volante trepida ou se há algum ruído suspeito.

Por fim…, com tudo isso, você já poderá comprar um veículo blindado usado, mas na dúvida, leve o carro para a Steel Blindagens, que verificamos todos esses itens para você, sem custo.

COMO FAZER A MANUTENÇÃO DO MEU VEÍCULO BLINDADO?

Primeiro, procure sempre uma empresa especializada e certificada pelos órgãos do governo, (Exército e Polícia civil) para fazer esse tipo de manutenção. A Steel Blindagens é certificada, faz orçamentos na hora e facilita o pagamento.

Verifique se as instalações da empresa são adequadas e peça para ver os veículos que estão em manutenção no local. Acompanhe a confecção do orçamento e questione cada item orçado e peça nota fiscal.

Cuidado com empresas que sugerem para que você retire a camada de policarbonato dos vidros, para eliminar as bolhas, e dizendo que você vai economizar com isso. “Não caia nessa”, pois essa camada é que faz a proteção balística do vidro e sem ela, o vidro perde a sua capacidade de absorção de tiros e você correrá risco de vida, no caso de um ataque.

A Steel Blindagens faz um check-up geral na blindagem do veículo, sem custo e analisando internamente, o que é necessário reparar, pois alguns veículos não tem overlap’s, caixas de fechaduras, barras e maçanetas e tem vários gap’s de passagem, comprometendo bastante a sua segurança.

elaminação em vidros blindados?

É o processo de separação (descolamento) entre as lâminas de vidro e de policarbonato, que constituem o pacote balístico de um vidro blindado.

 Quais são as causas da delaminação?

O pacote balístico de um vidro blindado é formado por materiais diferentes e, consequentemente, propriedades físicas diferentes (índice de dilatação, absorção ao calor, etc.). A continuada exposição ao calor e umidade e o contato direto com os adesivos utilizados na instalação do vidro contribuem para o processo de delaminação.

Por tanto, não deixe o veículo exposto ao sol com muita frequência. Todo vidro blindado laminado (independentemente de fabricante, origem, material utilizado, etc.) irá entrar em processo de delaminação com o passar do tempo. Os melhores vidros balísticos do mundo têm em sua composição o policarbonato e polímeros especiais.

 A delaminação afeta a proteção balística?

O vidro blindado delaminado tem seu nível de proteção original reduzido.

Testes têm demonstrado que, geralmente, o vidro blindado delaminado resiste bem ao impacto do primeiro disparo, entretanto perde significativamente a capacidade de proteção nos impactos subsequentes.

 Como é o processo de recuperação de um vidro delaminado?

Após a remoção cuidadosa do vidro, o mesmo é colocado em uma autoclave (espécie de cilindro de pressão) e submetido à alta pressão e temperatura por um determinado período. Este processo é semelhante a uma das etapas de produção do vidro original. Por isso, o denominamos de re-autoclavagem.

 Há riscos da peça se danificar ou quebrar durante a re-autoclavagem?

Sim. O processo de re-autoclavagem, por sua própria natureza, pode provocar trincas nas peças, independente da mão-de-obra utilizada. Além disso, dependendo da qualidade do vidro original ou do processo de laminação original, também podem ocorrer distorções óticas, manchas e deformações da película protetora interna (anti-estilhaço) ou (policarbonato) no vidro a ser recuperado, sendo assim, haverá a necessidade da troca por um vidro novo.

 Ventosas de aparelhos de GPS prejudicam o vidro blindado?

Para quem não sabe, as ventosas dos aparelhos GPS são um problema sério para a conservação dos vidros blindados. O uso constante destas ventosas nos para-brisas blindados provocam delaminações e, consequentemente, trincas na área onde foram instaladas. Há vários casos, cujo para-brisa teve a camada de policarbonato trincada em menos de dois anos e acabaram perdendo a garantia do vidro (imaginem a frustração…). A recomendação é que o aparelho de GPS seja instalado no painel do veículo.

 Como devo proceder com a documentação do veículo blindado?

De acordo com o DECRETO LEI Nº. 3665 – PORTARIA 013 (NORBLIND) a RESOLUÇÃO CONTRAN nº. 334 06/2011 – REF: CONTRAN Nº 292/2008, DELIBERAÇÃO Nº 75 DE 29/12/2008 e o Decreto Nº 59.218/2013 (POLÍCIA CIVIL – SP)

O Exército Brasileiro por intermédio de seu Departamento Logístico aprovou a Portaria Dlog. nº. 013 de 19/08 que resa sobre as normas reguladoras dos procedimentos para blindagem e demais atividades relacionadas com veículos blindados (NORBLIND) e a resolução do CONTRAN de nºs 292/2008, 334 de 06/2011, dirigido para todos os DETRAN’s.

Essas normas têm por finalidade regulamentar a blindagem de veículos de passeio, com a obtenção do Registro e a inserção da observação de “veículo blindado no C.R.L.V.”, o qual é obrigatório por lei e o registro no Departamento de Produtos Controlados da Polícia Civil e a não regularização desse procedimento, implicará na apreensão do veículo.

Entenda os documentos obrigatórios das blindadoras: Não basta que a empresa blindadora tenha o CR (Certificado de Registro) no Exército, sem o qual a blindadora não pode atuar no segmento. A empresa precisa ter Alvará da Polícia civil o D.P.C. e uma autorização específica do Exército, para cada veículo a ser blindado. Esse requerimento deve ser feito em formulário próprio e enviado à Região Militar (R.M.) em que a blindadora está registrada. Esse procedimento visa evitar que carros blindados sejam utilizados por pessoas não idôneas.

Para blindar um carro, é necessário apresentar RG, CPF, comprovante de residência, certidões negativas tiradas nos fóruns criminais da Justiça Federal, Estadual e Militar dos últimos cinco anos. Se o carro for de empresa, também será preciso apresentar CNPJ e Certidão de antecedentes dos distribuidores da Justiça Federal, Estadual e Militar de cada um dos sócios administradores ou gerentes, das Comarcas onde tenham sido domiciliados nos últimos cinco anos.

A Região Militar autoriza a blindagem do veículo e faz seu cadastramento no sistema de controle do Exército. O DFPC (Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados) então repassa os dados cadastrais aos Denatran’s (Departamento Nacional de Trânsito), em Brasília, que faz o registro junto aos órgãos estaduais de trânsito. São exigidos, uma cópia do Termo de Responsabilidade da blindadora, com requerimento do proprietário, mais cópias da autorização de blindagem e do certificado de licenciamento, que serão enviadas à Região Militar, que emitirá uma autorização com todos os dados do veículo e do proprietário, depois, de acordo com a legislação de transito o documento do veículo, deverá ser vistoriado pelo INMETRO e a sua documentação (CLRV) retificado, constando no corpo desse documento do veículo a observação de veículo blindado ou “Modificado Blindagem”, depois disso, será obrigatório fazer o registro do veículo, no Departamento de Produtos Controlados da Polícia Civil e assim, você estará utilizando um veículo blindado legalizado, conforme as leis vigentes.

Veja a lista de documentos exigidos para regularização:

Pessoa Física:

  • Cópia autenticada do Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV), (DUT).
  • Cópia simples do RG e CPF.
  • Cópia simples do comprovante de residência ATUALIZADO (necessário apresentar conta de consumo, sendo: água, luz, telefone, TV a cabo ou gás, do mês vigente)

·    Cópia autenticada do Termo de Responsabilidade da Blindadora.

·    Cópia da Nota Fiscal da Blindagem, ou cópia do alvará da Blindadora.

·    Cópia da Declaração de Blindagem do Exército Brasileiro para blindagem de veículo de passeio

·    Prova de ocupação lícita remunerada e habitual (ex. comprovante de vinculo empregatício, se sócio de empresa contrato social, autônomos apresentar carteira funcional, tais como OAB, CRM, CREA, CRC, etc., com a cópia da taxa de anuidade paga).

·    Procuração,(modelo a ser confeccionada por nós posteriormente, com firma reconhecida por autenticidade).

·    Requerimento padronizado (modelo a ser confeccionado, preenchido e reconhecido firma por autenticidade).

·    Declaração de responsabilidade (modelo a ser confeccionado, preenchido e reconhecido firma por autenticidade).

Pessoa Jurídica:

  • Cópia autenticada do Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV)  em nome da empresa.

·    Cópia simples do R.G. do responsável pela empresa.

·    Cópia simples do CPF do responsável pela empresa.

·    Cópia simples do cartão do CNPJ.

·    Cópia do comprovante de inscrição Estadual – DECA (atual CADESP);

·    Cópia simples do Contrato Social.

·    Cópia da procuração, quando for o caso.

·    Cópia simples do comprovante de endereço da empresa, dos sócios, ou procurador, se for o caso; ATUALIZADOS (necessário apresentar conta de consumo, sendo: água, luz, telefone, TV a cabo ou gás, do mês vigente)

·    Cópia autenticada do Termo de Responsabilidade da Blindadora;

·    Cópia da Nota Fiscal da Blindagem, ou cópia do alvará da Blindadora.

·    Cópia da Declaração de Blindagem do Exército Brasileiro para blindagem de veículo de passeio

·    Procuração com firma reconhecida, por autenticidade.

·    Requerimento padronizado (modelo a ser confeccionado, preenchido e reconhecido firma por autenticidade).

·    Declaração de responsabilidade (modelo a ser confeccionado, preenchido e reconhecido firma por autenticidade).

·    Para os dois casos, será necessário enviar o C.R.V. original do veículo, para retificação.

  • A documentação relacionada corresponde ao procedimento administrativo de regularização de veículo blindado junto a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo – SP.
  • Nos casos em que o veículo foi licenciado em outro Estado, a referida regularização deverá ser efetuada junto ao órgão do Estado de origem do veículo e, para tanto, as exigências, valores, prazo e tempo de execução irão modificar conforme cada Estado, necessitando de uma consulta prévia junto ao órgão.
  • Lembramos ainda, da necessidade de retirar atestado de antecedentes criminais junto ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt – I.I.R.G.D, desta forma, necessitamos que o documento de identidade (RG) seja de um brasileiro com o documento expedido em São Paulo. Vale lembrar que tratando-se de estrangeiro (RNE), bem como documento de outro Estado, a solicitação e retirada da referida certidão far-se-á somente ao titular do documento.

No caso de a blindagem não ser feita pela Steel Blindagens, será necessário encaminhar uma procuração a favor do nosso despachante.

Não havendo documentação da blindadora por perda, deverá ser feito um laudo por uma empresa de blindagem especializada.

 FONTE : , procure a Steel Blindagens! SITE: ACESSE O  LINK: http://www.steelblindagens.com.br/empresa.php

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BLINDAGEM DE VEÍCULO, MANUTENÇÃO E VALIDADE.

I. Nível de Blindagem

Níveis de blindagem, que variam de acordo com o tipo de proteção exigida pelo cliente e a norma NIJ STD 0108.01 (National Institute of Justice – USA), padrão utilizado pelo Exército brasileiro. Cada nível protege contra o impacto de variados calibres de munição, conforme descrito abaixo:

Isso significa que: A construção do veículo blindado requer conhecimento técnico das propriedades balísticas dos materiais aplicados.

  • O uso de materiais homologados, fabricado por empresas certificadas e a correta aplicação, é que irão conjuntamente garantir que a blindagem do veículo tenha a proteção pretendida, para o nível balístico contratado pelo cliente.

II. ÁREAS QUE DEVEM SER PROTEGIDAS

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­ ÁREA TRANSPARENTE: é toda a região compreendida pelos vidros originais. Os materiais que compõe a área transparente da blindagem utilizam o vidro blindado em substituição integral dos originais. Há no mercado uma variação relativamente grande de composições de vidros blindados, onde atualmente a composição de vidros laminados com PVB (poli vinil butiral), PU (poliuretano) e PC (policarbonato) é a mais usual.

Os vidros de boa qualidade são aqueles que possuem:

  • Curvatura (assento junto à carroceria);
  • Dimensional (encaixes);
  • Ótica (visão);
  • Peso (desempenho);
  • Espessura (baixa manutenção);
  • Estética (acabamento).

 ÁREA OPACA: é toda a parte de carroceria do veiculo, ou então, tudo exceto os vidros. Essa região é protegida pela aplicação de materiais como o aço e os compósitos de aramida, por exemplo. Cada um desses materiais tem sua finalidade e desempenham os mesmos papeis, com características diferentes.

AÇO

O aço utilizado deve ser  o inoxidável, da família do AISI 304. A liga 304 dos aços inoxidáveis são autênticos, não magnéticos, e são basicamente ligas de Ferro-Cromo-Níquel. Sua densidade é de 8,0 g/cm³. Possui excelente resistência à corrosão, a capacidade de conformação e soldabilidade.

Sua aplicação na blindagem é necessária nas partes estreitas e de bordas, pois sua resistência à deformação é muito superior ao do painel balístico, por esse ser um material tecido. Assim, os insertos de aço no vidro blindado (quando for o caso), overlaps, as fechaduras, colunas, barras de proteção das portas e travessas do teto são exemplos de regiões onde a aplicação do aço é a única solução segura. Abaixo, o exemplo do desempenho do aço (nesse caso aplicado como overlap do vidro da porta), onde vemos claramente como o projétil ultrapassa a borda do vidro blindado e atinge o aço aplicado atrás. Caso não existisse o overlap, o projétil atingiria o interior do veiculo, podendo ferir os ocupantes.

ARAMIDA

O aço por si só é um excelente material de proteção, porém seu peso torna-se um problema. Entram ai os compósitos. Esses materiais são resultados do desenvolvimento de novas tecnologias, onde se combinam materiais de diferentes naturezas, buscando propriedades finais não existentes nos materiais originais. O maior exemplo na blindagem atual é o painel de aramida ou manta balística.

O painel de aramida é um composto de tecido tramado a partir de fios de aramida (também conhecido como Kevlar® DuPont ou Twaron® Teijin) montado numa matriz de PE (polietileno), PU (poliuretano) ou de borracha sintética. A quantidade de fios de aramida, a forma de trama, a quantidade de camadas, o material da matriz e o processo de montagem são variáveis que influenciam na qualidade técnica do painel.

O maior resultado é a segurança do desempenho que o material tem, mesmo após o período de garantia, o que valoriza o produto como um todo. Por suas características, a maioria das empresas de boa qualidade usa ou sugerem a manta de aramida para a região do painel do veiculo, nas portas, teto, laterais, para-lamas, caixas de roda e porta-malas.

Outras características são levadas em conta para a especificação do tipo de manta de aramida, tais como:

TG3 Confiance.

III. REVISÕES E GARANTIA E VALIDADE

a blindagem possui um plano de revisões periódicas, medida essa que torna-se indispensável para a conservação do seu veículo blindado e obrigatório para a validade da garantia.

Após a blindagem, a primeira revisão especial é gratuita e executada em 2.500km ou três meses (o que ocorrer primeiro).

Para garantir a sua segurança e a qualidade da blindagem do seu veículo, as revisões periódicas devem ser realizadas a cada doze meses ou a cada 10.000 km alcançados. Ressaltamos que os itens de desgaste normal e manutenção não são cobertos pela garantia.

plano das REVISÕES PERIÓDICAS

QUILOMETRAGEM (km)

LIMITES (km) ou Meses*

2.500

2.500 a 3.000km ou 03 meses ( Primeira revisão gratuita)

10.000

9.500 a 10.500km ou 12 meses

20.000

19.500 a 20.500km ou 24 meses

30.000

29.500 a 30.500km ou 36 meses

40.000

39.500 a 40.500 km ou 48 meses

50.000

49.500 a 50.500 km ou 60 meses

60.000

59.500 a 60.500 km ou 72 meses

70.000

69.500 a 70.500km ou 84 meses

80.000

79.500 a 80.500 ou 96 meses
*KM ou Meses – O que ocorrer primeiro.

Nota: A realização de revisões fora dos períodos de tolerância estabelecidos na tabela acima poderá acarretar sérios prejuízos à durabilidade de seu veículo e comprometer a cobertura da garantia.


IMPORTANTE

 EXISTEM GARANTIA QUE VAI ATÉ 120 MESES (condicionado a certas circunstâncias estabelecidas no manual da blindagem)

  • Para a maioria das Companhias de Seguros o prazo aceito para garantia da blindagem do veículo é de até 05 anos.
  • A posição da Seguradora leva em conta que: carro blindado tem validade do ponto de vista balístico. A parte opaca tem garantia de 5 anos  e os vidros, por usarem policarbonato, com certeza já delaminaram. Como um jogo de vidro novo custa +- R$12.000,00, a maioria acaba retirando esses vidros e reautoclavando. Com isso você tira as bolhas de ar, mas também não existe garantia do desempenho balística
  • O carro carregou 200kg a mais pelos últimos 12 anos. Claro que o desgaste dependerá do uso, mas freio, suspensão e mesmo a carroceria e estrutura tendem a sofrer desgaste acelerado. 

Fonte: SISTEMA DE BLINDAGEM HI.TECH

                    TG3 Confiance.

 

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BLINDAGEM DE VEÍCULO, MANUTENÇÃO E VALIDADE.

BLINDAGEM DE VEÍCULO, MANUTENÇÃO E VALIDADE.

I. Nível de Blindagem

Níveis de blindagem, que variam de acordo com o tipo de proteção exigida pelo cliente e a norma NIJ STD 0108.01 (National Institute of Justice – USA), padrão utilizado pelo Exército brasileiro. Cada nível protege contra o impacto de variados calibres de munição, conforme descrito abaixo:

balistica

Isso significa que: A construção do veículo blindado requer conhecimento técnico das propriedades balísticas dos materiais aplicados.

  • O uso de materiais homologados, fabricado por empresas certificadas e a correta aplicação, é que irão conjuntamente garantir que a blindagem do veículo tenha a proteção pretendida, para o nível balístico contratado pelo cliente.

II. ÁREAS QUE DEVEM SER PROTEGIDAS

­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­ ÁREA TRANSPARENTE: é toda a região compreendida pelos vidros originais. Os materiais que compõe a área transparente da blindagem utilizam o vidro blindado em substituição integral dos originais. Há no mercado uma variação relativamente grande de composições de vidros blindados, onde atualmente a composição de vidros laminados com PVB (poli vinil butiral), PU (poliuretano) e PC (policarbonato) é a mais usual.

Os vidros de boa qualidade são aqueles que possuem:

  • Curvatura (assento junto à carroceria);
  • Dimensional (encaixes);
  • Ótica (visão);
  • Peso (desempenho);
  • Espessura (baixa manutenção);
  • Estética (acabamento).

 ÁREA OPACA: é toda a parte de carroceria do veiculo, ou então, tudo exceto os vidros. Essa região é protegida pela aplicação de materiais como o aço e os compósitos de aramida, por exemplo. Cada um desses materiais tem sua finalidade e desempenham os mesmos papeis, com características diferentes.

AÇO :O aço utilizado deve ser  o inoxidável, da família do AISI 304. A liga 304 dos aços inoxidáveis são autênticos, não magnéticos, e são basicamente ligas de Ferro-Cromo-Níquel. Sua densidade é de 8,0 g/cm³. Possui excelente resistência à corrosão, a capacidade de conformação e soldabilidade.

Sua aplicação na blindagem é necessária nas partes estreitas e de bordas, pois sua resistência à deformação é muito superior ao do painel balístico, por esse ser um material tecido. Assim, os insertos de aço no vidro blindado (quando for o caso), overlaps, as fechaduras, colunas, barras de proteção das portas e travessas do teto são exemplos de regiões onde a aplicação do aço é a única solução segura. Abaixo, o exemplo do desempenho do aço (nesse caso aplicado como overlap do vidro da porta), onde vemos claramente como o projétil ultrapassa a borda do vidro blindado e atinge o aço aplicado atrás. Caso não existisse o overlap, o projétil atingiria o interior do veiculo, podendo ferir os ocupantes.

ARAMIDA

O aço por si só é um excelente material de proteção, porém seu peso torna-se um problema. Entram ai os compósitos. Esses materiais são resultados do desenvolvimento de novas tecnologias, onde se combinam materiais de diferentes naturezas, buscando propriedades finais não existentes nos materiais originais. O maior exemplo na blindagem atual é o painel de aramida ou manta balística.

O painel de aramida é um composto de tecido tramado a partir de fios de aramida (também conhecido como Kevlar® DuPont ou Twaron® Teijin) montado numa matriz de PE (polietileno), PU (poliuretano) ou de borracha sintética. A quantidade de fios de aramida, a forma de trama, a quantidade de camadas, o material da matriz e o processo de montagem são variáveis que influenciam na qualidade técnica do painel.

O maior resultado é a segurança do desempenho que o material tem, mesmo após o período de garantia, o que valoriza o produto como um todo. Por suas características, a maioria das empresas de boa qualidade usa ou sugerem a manta de aramida para a região do painel do veiculo, nas portas, teto, laterais, para-lamas, caixas de roda e porta-malas.

Outras características são levadas em conta para a especificação do tipo de manta de aramida, tais como:

TG3 Confiance.

III. REVISÕES E GARANTIA E VALIDADE

a blindagem possui um plano de revisões periódicas, medida essa que torna-se indispensável para a conservação do seu veículo blindado e obrigatório para a validade da garantia.

Após a blindagem, a primeira revisão especial é gratuita e executada em 2.500km ou três meses (o que ocorrer primeiro).

Para garantir a sua segurança e a qualidade da blindagem do seu veículo, as revisões periódicas devem ser realizadas a cada doze meses ou a cada 10.000 km alcançados. Ressaltamos que os itens de desgaste normal e manutenção não são cobertos pela garantia.

plano das REVISÕES PERIÓDICAS

QUILOMETRAGEM (km)

LIMITES (km) ou Meses*

2.500

2.500 a 3.000km ou 03 meses ( Primeira revisão gratuita)

10.000

9.500 a 10.500km ou 12 meses

20.000

19.500 a 20.500km ou 24 meses

30.000

29.500 a 30.500km ou 36 meses

40.000

39.500 a 40.500 km ou 48 meses

50.000

49.500 a 50.500 km ou 60 meses

60.000

59.500 a 60.500 km ou 72 meses

70.000

69.500 a 70.500km ou 84 meses

80.000

79.500 a 80.500 ou 96 meses
*KM ou Meses – O que ocorrer primeiro.

Nota: A realização de revisões fora dos períodos de tolerância estabelecidos na tabela acima poderá acarretar sérios prejuízos à durabilidade de seu veículo e comprometer a cobertura da garantia.


IMPORTANTE

 EXISTEM GARANTIA QUE VAI ATÉ 120 MESES (condicionado a certas circunstâncias estabelecidas no manual da blindagem)

  • Para a maioria das Companhias de Seguros o prazo aceito para garantia da blindagem do veículo é de até 05 anos.
  • A posição da Seguradora leva em conta que: carro blindado tem validade do ponto de vista balístico. A parte opaca tem garantia de 5 anos  e os vidros, por usarem policarbonato, com certeza já delaminaram. Como um jogo de vidro novo custa +- R$12.000,00, a maioria acaba retirando esses vidros e reautoclavando. Com isso você tira as bolhas de ar, mas também não existe garantia do desempenho balística
  • O carro carregou 200kg a mais pelos últimos 12 anos. Claro que o desgaste dependerá do uso, mas freio, suspensão e mesmo a carroceria e estrutura tendem a sofrer desgaste acelerado.Fonte: SISTEMA DE BLINDAGEM HI.TECH

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 PREÇO DE SEGURO PARA BLINDADO

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BLINDAGEM DE VEICULOS – TIPOS E CUSTOS

Entenda os custos e o processo de blindagem de um carro

Fonte:

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Claudio Rossi/Veja

Vidro quebrado em estande de empresa de blindagem

Valor médio de blindagem no Brasil é de 47.000 reais. Veja nas fotos ao lado os 10 carros blindados mais baratos, segundo a MolICAR

São Paulo – Blindar um carro é um procedimento de alta complexidade e por isso bastante caro: os custos podem facilmente equivaler ao valor do carro e não raramente o superam.Dados da Molicar, empresa que pesquisa os preços efetivamente praticados no mercado, mostram que o carro blindado mais barato atualmente disponível no mercado nacional é o Ford Ka Sport 1.6. Seu preço original é de 33.500 reais, mas sua versão blindada custa 71.200 reais.

Assim como outras decisões de alto impacto financeiro, a blindagem também deve ser estudada com cuidado para que o investimento valha a pena. Veja a seguir o que é preciso saber antes de blindar o seu carro.

Valor da blindagem

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), Christian Conde, uma blindagem com o nível de proteção mais usado pelo mercado, o nível III-A, dificilmente terá um custo inferior a 40.000 reais. “Um valor menor que isso para esse nível pode indicar que a blindadora está tomando um prejuízo para fazer um preço menor ou que ela está repassando algum tipo de prejuízo ao consumidor”, afirma.

Pela complexidade do processo, valores muito baixos podem ser suspeitos. Para ser blindado, o veículo é completamente desmontado, mantendo-se apenas a lataria, o motor e o painel. São retiradas a capa interna do teto e o forro das portas, os bancos, os vidros e as rodas para que os materiais com resistência balística sejam instalados. E depois ainda é preciso remontar o carro com extremo cuidado para preservar as características do veículo. Toda essa manobra se reverte em um alto custo.

Segundo a Abrablin, atualmente o preço médio da blindagem no Brasil é de 47.000 reais. O valor depende do nível de blindagem (veja explicação na próxima página) e do modelo do carro. “Em carros maiores e mais sofisticados são usados mais materiais, e a mão de obra deve ser especializada, já que o maior volume de itens internos e equipamentos exige um detalhamento maior”, explica Fábio Rovedo de Mello, diretorda Concept Blindagens, empresa que atua há 10 anos no mercado.

Para mostrar de maneira mais concreta os valores das blindagens, Mello divide em três grupos os custos do processo para alguns dos carros mais comumente blindados. Os preços são referentes ao nível de proteção III-A, que é usado por 95% do mercado, segundo a Abrablin.

Blindagem de menor custo: Nesta faixa de preço, alguns carros comumente blindados são as picapes, como a Saveiro Cross e o Fiat Strada, que são buscadas por um público que quer aliar um menor custo a uma proteção mais discreta, diz o diretor da Concept. O valor para esses modelos gira em torno de 40.000 a 41.000 reais.

Blindagem de custo médio: Em um valor considerado médio para a blindagem se encaixam os sedãs médios, como o Honda Civic, o Toyota Corolla e o Volkswagen Jetta. A proteção desses carros custa entre de 42.000 a 45.000 reais.

lindagem de alto custo: As blindagens mais caras normalmente são dos carros mais sofisticados, que exigem maiores cuidados no serviço, e de grandes carros, como os utilitários esportivos SUVs. Nesta faixa, a blindagem supera os 48.000 reais e o céu é o limite. A blindagem de um Porsche Cayenne, que é um SUV mais sofisticado, por exemplo, custa cerca de 75.000 reais, segundo o diretor da Concept Blindagens.

Os níveis de proteção I, II e II-A já possuem custos mais baixos, que podem partir de 20.000 reais. São níveis de proteção menos usados e disponibilizados por poucas empresas. Eles são mais comuns entre carros mais populares, cujos motoristas estão dispostos a gastar menos dinheiro e também entre carros menores e de baixa potência, que não suportam o peso da proteção III-A.

Custos de manutenção 

A blindagem também implica maiores custos de manutenção do carro. Fábio de Mello afirma que no caso de um acidente ou reparo, o custo do conserto fica pelo menos 20% maior. “Além do custo mais elevado, é necessário que uma empresa especializada, de preferência a própria blindadora, faça a reparação”, afirma Mello.

Por causa do ganho de peso, o consumo de combustível também é maior entre os carros blindados. Mas, segundo Mello, o aumento do gasto em relação aos carros não blindados pode depender muito do modelo e do tipo de blindagem.

As empresas de blindagem costumam oferecer garantias de, no mínimo, dois anos, que cobrem apenas defeitos da blindagem. Isso significa que se o carro passar por um acidente, a blindadora não cobre o reparo.

Níveis de proteção

No Brasil existem quatro níveis de proteção de blindagem: o I, II-A, II e III-A, sendo o nível I o menor, mais barato e de menor peso e o nível mais resistente, mais caro e de maior peso, o III-A. Eles seguem as normas americanas, que especificam a quais projéteis um determinado nível de blindagem deve resistir.

Nível I: É a menor proteção disponível. Resiste a disparos de armas calibre 32 e 38, mas é vulnerável a calibres maiores. Com esta proteção, o motorista precisaria analisar o tipo de arma para saber se o carro resistiria à bala, uma decisão muito complexa em um momento tão crítico.

Níveis II e II-A: Esses níveis fazem parte de um único nível segundo a tabela americana. Eles resistem a armas de calibre 9 milímetros e à Magnum 357. Não seria uma proteção resistente, por exemplo, em sequestros, quando bandidos costumam usar armas de maior porte.

Nível III-A: Segundo a Abrablin, o nível III-A tem uma resistência quatro vezes maior que o nível I e é a proteção usada por 95% mercado. É resistente a armas de mão de todos os calibres, inclusive a submetralhadoras (pistolas) 9 milímetros e à Magnum 44.

Fábio de Mello defende que o nível III-A é o que possui melhor relação de custo e benefício. “O nível III-A tem a melhor relação entre proteção e preço. Ao buscar a blindagem, o consumidor já busca uma proteção maior, já tem isso em mente. Por isso, se o obejetivo for proteção, vale mais a pena abrir mão de um carro mais caro e comprar um carro mais barato para usar o maior nível de blindagem”, diz.

Vale ressaltar que, mesmo com a maior proteção, o carro não será completamente resistente. Alguns pontos do carro como colunas e maçanetas podem impedir um perfeito ajuste dos materiais e os vidros também têm uma resistência limitada. Segundo a norma internacional, o veículo deve ser capaz de resistir a até cinco tiros numa área de 20 centímetros quadrados, o que significa que se houver uma sexta bala naquela área o veículo pode não resistir.

Quais carros podem ser blindado

O presidente da Abrablin explica que, com a tecnologia atualmente disponível, qualquer carro pode ser blindado, mas dependendo do caso a blindagem pode não fazer sentido. Segundo ele, pelo apelo comercial algumas empresas se dispõem a blindar qualquer modelo, mesmo que a blindagem afete o desempenho do carro, a sua estabilidade ou fique exageradamente cara.

“Algumas empresas forçam a barra em relação a isso. Tem gente que quer blindar até carro conversível. É até possível blindar, mas algumas partes da capotas vão ser mais vulneráveis. Carros muito grandes também ficam muito pesados e precisam de mudanças na suspensão. Eu não diria que há carros que não podem ser blindados, mas o custo do projeto pode ficar muito alto e não valer a pena”, diz Christian Conde.

Segundo ele, não é possível indicar especificamente para quais carros não se recomenda a blindagem, mas é possível afirmar quais tipos de veículos são mais e menos indicados.

Carros menos indicados para blindagem: Conversíveis e carros de teto solar, pela maior complexidade de instalação dos materiais e pelo alto valor; grandes vans, como a Chrysler Town e Country, carro que pelo alto peso exigirá também revisão da parte de suspensão e poderá gerar um custo muito elevado; carros com motores inferiores a 1.6, porque com a blindagem e o acréscimo de peso a potência é retirada de forma muito significativa.

Carros mais recomendados: Carros com maior potência, pois suportam melhor o peso adicional da blindagem, e carros de médio porte, pela maior economia, já que acabam exigindo menos uso de material, como, por exemplo, os sedãs médios. Não há uma indicação mais específica sobre os melhores carros para se blindar, mas verificar quais foram os modelos mais blindados nos últimos anos pode ser uma boa pista para descobrir quais deles mais combinam com a proteção extra (Veja os carros mais blindados do Brasil de 2004 a 2012).

COTAÇÃO DE SEGURO DE CARROS BLINDADOS. ACESSE AQUI

ABALROAMENTO EM MOTO NÃO É COLISÃO,

 

ABALROAMENTO EM MOTO NÃO É COLISÃO,

É ATROPELAMENTO!
FAÇA BOLETIM DE OCORRÊNCIA!!!
PONHA ISSO NA CABEÇA!
Se você bater em uma moto, ou uma moto bater em seu carro, não será uma simples colisão de trânsito.

Você é enquadrado no art. 303, do CTB.
São pencas e pencas de T.C.O.’s do art. 303, do CTB, que chegam por mês, principalmente envolvendo moto taxistas… esses são os piores, pois vão querer te cobrar os prejuízos da moto e os dias que ficou parado sem ganhar dinheiro.

CONHEÇA PARTE DAS PENALIDADES

http://www.denatran.gov.br/publicacoes/download/ctb_e_legislacao_complementar.pdf
Abalroamento com moto não é colisão. É atropelamento.
É um aviso das Seguradoras:

Mesmo que você seja abalroado na traseira do seu veículo por um motociclista é necessário que adote providencias em sua defesa.

Para municiar as provas em sua defesa sugerimos que proceda da seguinte forma:

1.1. Registrar, fotografar (agora com celular é fácil até fazer um
filminho) é importante.

1.2. Anotar o número da placa da moto e, se possível, o nome do motoqueiro e o telefone celular

1.3. Sendo possível pegar nome de testemunhas.

1.4. Fazer o Boletim de Ocorrência no local ou em seguida providenciar o registro do BO imediatamente. Não deixe para registrar depois de uma duas ou três horas.

1.5. Se o motociclista ou o passageiro ou ambos tiverem o mínimo de escoriação não sai do local e chame a ambulância imediatamente.
2. SE VOCÊ POSSUIR UMA APÓLICE DE SEGUROS DO SEU VEÍCULO, verifique de imediato a seguinte cobertura:

2.1. Cobertura de Danos Corporais. Se o valor da indenização é menor do que R$ 100.000, peça ao seu Corretor de Seguros para aumentar – fazer um endosso para que o valor mínimo seja de R$ 100.000,

2.1.1. Porque sugerimos isso. Por que um valor menor pode te colocar em dificuldades financeiras em caso de morte ou invalidez permanente do motociclista. O pedido de indenização é cobrado em consonância com a Lei – CC. Que possui uma regra que a depender do caso pode ultrapassar 300 mil reais. Se na sua apólice o valor for de 50.000, para essa garantia você pode ter muitos problemas. O valor anual de mais 50.000 fica em torno de aproximadamente       R$70,00 amais no seu seguro.

2.2. Solicite agora ou na renovação do seu Seguro a contratação do seguro de DANOS MORAIS.

NÃO SEJA MAIS UMA VÍTIMA DA “ OMISSÃO DE SOCORRO”

3. SE VOCE NÃO POSSUIR UMA APÓLICE DE SEGUROS PARA O SEU VEÍCULO, tente contratar pelo menos uma apólice de seguros contra TERCEIROS.

4. Para maiores informações solicite orientações na

SOCYAL SEGUROS ou pelo site WWW.SOCYAL.COM.BR (Paladino)

Telefones: 3242-5307 – 9236-3616